Eleições

BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 50%; Lula, por 49%

O senador Flávio Bolsonaro (PL) possui 50% de rejeição, enquanto o atual presidente Lula (PT) aparece com 49%, configurando um empate técnico na pesquisa

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08/09/2026 07:32 • Atualizado há 46 dias

BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 50%; Lula, por 49%

O senador Flávio Bolsonaro (PL) possui 50% de rejeição, enquanto o atual presidente Lula (PT) aparece com 49%, configurando um empate técnico na pesquisa divulgada pelo BTG/Nexus nesta terça-feira (8) sobre a disputa ao Palácio do Planalto.

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O levantamento mede a fatia de eleitores que afirmam não votar nos candidatos de jeito nenhum. Na sequência, aparecem Renan Santos (Missão) com 43% e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 42%. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), soma 36%, enquanto o Escritor Augusto Cury (Avante) tem 29%.

Na série histórica do instituto Nexus, o índice de Flávio Bolsonaro permaneceu estável, repetindo os 50% da rodada anterior. Já o atual mandatário, Lula, manteve os mesmos 49% registrados na amostragem passada. O cenário demonstra estabilidade na rejeição dos principais nomes nas últimas medições.

Cenários de primeiro turno

Na intenção de voto estimulada para o primeiro turno, Lula lidera com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro com 35%. Como a margem de erro é de dois pontos, não há empate técnico neste cenário. O Escritor Augusto Cury soma 9%, enquanto Ronaldo Caiado alcança 4% e Renan Santos tem 4%. Romeu Zema anota 1%. Brancos e nulos somam 3%, e indecisos são 2%.

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O instituto Nexus testou um segundo cenário estimulado com outros candidatos. Lula aparece numericamente à frente com 39%, contra 34% de Flávio Bolsonaro. Na terceira posição, o Escritor Augusto Cury marca 9%. Eles são seguidos por Ronaldo Caiado e Renan Santos, ambos com 4%. Pablo Marçal anota 3% da preferência do eleitorado, e Romeu Zema fica com 2%.

Simulações de segundo turno

Em uma eventual rodada final entre os candidatos que lideram a pesquisa, há um empate técnico registrado. O senador Flávio Bolsonaro tem 46% das intenções de voto contra 45% de Lula. Brancos e nulos representam 8%, e os eleitores que não sabem ou não responderam somam 1%.

Nas demais simulações, Lula tem 46% contra 43% de Ronaldo Caiado. Contra o governador mineiro, Lula marca 47%, superando os 40% de Romeu Zema. Em embate com Renan Santos, o petista lidera com 47% ante 39%. Já contra o Escritor Augusto Cury, há empate técnico: o desafiante soma 45% e Lula registra 43%.

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Avaliação do governo federal

O desempenho da atual gestão no Palácio do Planalto também foi medido pelo instituto Nexus. A soma dos que consideram o governo ruim ou péssimo atinge 46%, enquanto os que avaliam como ótimo ou bom somam 36%. Aqueles que classificam a administração de Lula como regular totalizam 18%.

A pesquisa foi realizada pelo instituto Nexus, contratada pelo Banco BTG Pactual, entre os dias 04 e 07 de setembro de 2026. Foram entrevistados por telefone 2.002 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06790/2026.

Panorama das pesquisas para a Presidência

Os levantamentos divulgados no início de setembro mostram um cenário de liderança mantido por Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial, seguido por Flávio Bolsonaro, acompanhado do crescimento expressivo de Augusto Cury na terceira colocação.

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Em pesquisa divulgada no dia 2 de setembro, a Quaest mostrou Lula com 37% e Flávio com 30%, destacando também a ascensão de Augusto Cury no terceiro posto com 10%. Na sequência, levantamento do Datafolha indicou Lula com 38% e Flávio com 33% em intenções de voto para o primeiro turno, apontando Cury com 8%. Já no levantamento mais recente, a Quaest registrou Lula com 36% contra 29% de Flávio e 8% de Cury.

Como funciona uma pesquisa eleitoral

As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.

Como identificar pesquisas falsas

Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.

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