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BTG/Nexus: Lula é desaprovado por 50% e aprovado por 45%

Pesquisa mostra que a avaliação ruim ou péssima da gestão petista soma 46%

4 min

08/09/2026 07:20 • Atualizado há 46 dias

BTG/Nexus: Lula é desaprovado por 50% e aprovado por 45%

A desaprovação do trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oscilou negativamente e marca 50% dos eleitores, enquanto a aprovação soma 45%. Segundo os dados apurados pela pesquisa BTG/Nexus nesta terça-feira (8), o cenário de avaliação direta do Executivo federal oscilou dentro da margem de erro na comparação com a rodada anterior, quando a desaprovação era de 51% e a aprovação registrava 46%.

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No recorte detalhado de desempenho, a gestão petista é considerada ruim ou péssima por 46% dos entrevistados. Já os eleitores que avaliam o governo como ótimo ou bom são 36%.

A parcela que classifica a administração federal como regular alcançou 18%. Todos os indicadores de avaliação detalhada permaneceram estáveis ou variaram dentro da margem estatística.

Cenários presidenciais

Na disputa pelo Palácio do Planalto, o cenário estimulado de primeiro turno mostra Lula numericamente à frente com 39%. O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece na segunda posição com 35%. Na sequência, o escritor Augusto Cury (Avante) marca 9%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD) com 4% e Renan Santos (Missão) com 4%. O governador Romeu Zema (Novo) tem 1%. Brancos e nulos somam 3%, e os indecisos são 2%.

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Ao observar a série histórica da pesquisa Nexus, o atual presidente permaneceu estável com 39% das intenções de voto. O candidato Flávio Bolsonaro oscilou positivamente dois pontos, passando de 33% na aferição anterior para os atuais 35%.

Projeções de segundo turno e rejeição

Em uma simulação de segundo turno entre os dois primeiros colocados, há um empate técnico no limite da margem de erro. O senador Flávio Bolsonaro lidera numericamente com 46%, enquanto Lula soma 45%. Brancos e nulos totalizam 8%, e não sabem ou não responderam representam 1%.

O levantamento também testou cenários alternativos para o segundo turno. Em um embate contra o ex-governador de Goiás, Lula tem 46% contra 43% de Ronaldo Caiado. Caso o adversário seja o ex-governador de Minas Gerais, o petista aparece com 47% contra 40% de Romeu Zema.

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No índice que mede o potencial de voto e a rejeição, o senador Flávio Bolsonaro apresenta 50% de rejeição absoluta, fatia do eleitorado que declara que não votaria nele de jeito nenhum. O presidente Lula é rejeitado por 49% dos entrevistados, enquanto Romeu Zema marca 42% neste indicador.

Metodologia

A pesquisa foi contratada e realizada pelo instituto Nexus entre os dias 04 e 07 de setembro de 2026. Foram entrevistados 2.002 eleitores em todo o território nacional. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06790/2026.

Panorama das pesquisas para a Presidência

Os levantamentos divulgados no início de setembro mostram um cenário de liderança mantido por Luiz Inácio Lula da Silva na corrida presidencial, seguido por Flávio Bolsonaro, acompanhado do crescimento expressivo de Augusto Cury na terceira colocação.

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Em pesquisa divulgada no dia 2 de setembro, a Quaest mostrou Lula com 37% e Flávio com 30%, destacando também a ascensão de Augusto Cury no terceiro posto com 10%. Na sequência, levantamento do Datafolha indicou Lula com 38% e Flávio com 33% em intenções de voto para o primeiro turno, apontando Cury com 8%. Já no levantamento mais recente, a Quaest registrou Lula com 36% contra 29% de Flávio e 8% de Cury.

Como funciona uma pesquisa eleitoral

As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.

Como identificar pesquisas falsas

Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.