Campanha de Lula inclui informações de Willer Tomaz, amigo de Flávio
Documento firmado entre as equipes prevê quebra mútua de sigilos, enquanto TSE reforça autonomia para liberação de dados
As campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) firmaram um acordo para a abertura simultânea e mútua de sigilos bancários e telefônicos, após uma série de impasses políticos.
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O pacto formalizado envolveu exigências cruzadas entre os grupos, incluindo a inclusão de dados da empresa Alcazar Holdings e do advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro e investigado pela Polícia Federal.
Apesar do acerto entre as partes para a divulgação dos documentos, o ministro André Mendonça, relator do caso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu que cada candidato possui autonomia individual para tornar públicas as informações desejadas, dispensando a necessidade de uma intervenção ou decisão judicial da Corte.
