Datafolha: Lula tem rejeição de 46%; Flávio Bolsonaro, 45%
Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), 46% diziam rejeitar Flávio Bolsonaro, ante 45% que afirmaram não votar no petista

Flávio Bolsonaro e Lula durante debate da Band
REUTERS/Jean Carniel
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o índice de rejeição da última pesquisa divulgada pelo Datafolha, neste sábado (24), antes do segundo turno da eleição presidencial.
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Conforme o levantamento, 46% dos eleitores afirmam que não votariam de jeito nenhum no petista, enquanto 45% declaram o mesmo em relação ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira (22), 46% diziam rejeitar Flávio Bolsonaro, ante 45% que afirmaram não votar no petista. Entre os entrevistados, 2% afirmam rejeitar os dois nomes, e 6% não rejeitam nenhum dos dois.
A rejeição mede a parcela do eleitorado que descarta apoiar determinado concorrente na fase final da disputa.
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Votos válidos
A Datafolha aponta um cenário de empate técnico no limite da margem de erro na disputa pelo Palácio do Planalto. O candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51% dos votos válidos, enquanto o atual presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) soma 49%.
Nos votos totais, que consideram os indecisos, brancos e nulos, o senador marcou neste levantamento 48%, ante 47% do petista. Os que dizem invalidar o voto somam 3%, e outros 2% se dizem indecisos.
Metodologia
O levantamento encomendado pela Folha de S. Paulo e TV Globo ouviu 4.050 eleitores, em 124 municípios, entre os dias 23 e 24 de outubro. A margem de erro estipulada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, sob um nível de confiança estatística de 95%. A pesquisa está devidamente registrada na Justiça Eleitoral sob o número de identificação BR-09540/2026.
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Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
