Em Brasília por PEC 6x1, Lula assina decreto de games e aciona TSE contra Meta
Presidente regulamentou o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos no Planalto e enviou carta ao eleitorado evangélico
O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), cumpriu agenda interna em Brasília para acompanhar os desdobramentos da votação no Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de trabalho 6x1, sem redução salarial. A partir do Palácio da Alvorada, o chefe do Executivo acompanhou as articulações legislativas e usou as redes sociais para defender a medida, direcionando críticas à oposição sobre o tema.
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Antes de se concentrar nas negociações do Congresso, Lula comandou agenda no Palácio do Planalto voltada à regulamentação do Marco Legal dos Jogos Eletrônicos. O decreto assinado pelo presidente normatiza um setor econômico que movimenta cerca de R$ 13 bilhões por ano no país.
Durante o evento, ao lado de representantes da indústria nacional, o candidato testou um game desenvolvido no Brasil e defendeu a organização dos trabalhadores do segmento para preservar as conquistas e políticas públicas recém-criadas para a área.
Ofensiva ao eleitorado evangélico e embate digital
Em outro aceno estratégico da campanha, Lula divulgou uma carta direcionada às famílias evangélicas, segmento em que historicamente enfrenta maior resistência eleitoral.
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No documento, o petista pediu que os fiéis busquem discernimento religioso ao votar, citou a proibição das apostas esportivas como ação em defesa da estrutura familiar e argumentou que a aprovação do fim da jornada 6x1 garantirá mais tempo livre para a frequência a cultos e atividades comunitárias.
Paralelamente, a coordenação jurídica de sua campanha acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp.
A equipe acusou a ferramenta de inteligência artificial do aplicativo de assimetria, alegando que o sistema bloqueou comandos para a geração de imagens de Lula, enquanto permitia a criação de conteúdos envolvendo o adversário Flávio Bolsonaro.
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Em resposta, a Meta afirmou que proibiu temporariamente a recomendação e a geração de imagens de candidatos para cumprir as diretrizes da legislação eleitoral brasileira.
