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Eleições

Portinho, Benedita e Jordy empatam com 15% pelo Senado do RJ, diz Quaest

Levantamento aponta equilíbrio pelas duas vagas e alta taxa de indecisos no estado

6 min

29/09/2026 17:52 • Atualizado há 25 dias

Portinho, Benedita e Jordy empatam com 15% pelo Senado do RJ, diz Quaest

O que acontece se não votar nem justificar no dia da eleição

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (29) mostra empate entre Carlos Portinho (PL), Benedita da Silva (PT) e Carlos Jordy (PL), todos com 15% das intenções de voto estimuladas para o Senado pelo Rio de Janeiro, considerando a soma dos votos para as duas vagas em disputa nas eleições de 2026.

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O levantamento foi contratado pela Globo e entrevistou 1.302 eleitores de 16 anos ou mais entre 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-04419/2026.

Nas eleições de 2026, os eleitores do estado precisarão escolher dois representantes para o Senado. Cada pessoa vota em dois candidatos diferentes; não é possível escolher o mesmo nome duas vezes.

As candidaturas de André Monteiro e Comandante Ribeiro Afonso, ambos do DEMOCRATA, foram indeferidas pela Justiça Eleitoral e não constam do levantamento divulgado a partir de 23 de setembro.

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Combinação dos dois votos

Na soma das respostas para as duas cadeiras do Senado, a pesquisa registra:

  • Carlos Portinho (PL) — 15% (era 10%)
  • Benedita da Silva (PT) — 15% (era 15%)
  • Carlos Jordy (PL) — 15% (era 10%)
  • Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 7% (era 7%)
  • Pedro Paulo (PSD) — 7% (era 6%)
  • Monica Benicio (PSOL) — 6% (era 4%)
  • Waguinho (REPUBLICANOS) — 2% (era 3%)
  • Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 1%)
  • Michelly Xavier (UP) — 1% (era 1%)
  • Marcos Dias (PODEMOS) — 1% (era 1%)
  • Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%)
  • Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
  • Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
  • Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
  • Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
  • Indecisos — 9% (era 21%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar — 22% (era 21%)

Em relação ao levantamento de 23 de setembro, a combinação dos dois votos indica queda dos indecisos e leve alta na taxa de respostas em branco, nulas ou de eleitores que dizem não votar.

Primeiro voto para senador

Quando o eleitor indica apenas o primeiro nome, os percentuais são:

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  • Benedita da Silva (PT) — 25% (era 24%)
  • Carlos Portinho (PL) — 16% (era 9%)
  • Carlos Jordy (PL) — 15% (era 13%)
  • Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 9% (era 9%)
  • Pedro Paulo (PSD) — 5% (era 5%)
  • Monica Benicio (PSOL) — 4% (era 2%)
  • Waguinho (REPUBLICANOS) — 2% (era 3%)
  • Helio Secco (MISSÃO) — 1% (era 1%)
  • Marcos Dias (PODEMOS) — 0% (era 1%)
  • Michelly Xavier (UP) — 0% (era 0%)
  • Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%)
  • Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
  • Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
  • Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
  • Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
  • Indecisos — 4% (era 15%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar — 19% (era 18%)

Nesse recorte, Benedita aparece à frente, enquanto Portinho e Jordy vêm na sequência, com números próximos. O grupo que ainda não decidiu o primeiro voto diminuiu em comparação com a pesquisa anterior.

Segundo voto para senador

Na indicação para a segunda vaga, o quadro é:

  • Carlos Portinho (PL) — 15% (era 11%)
  • Carlos Jordy (PL) — 15% (era 7%)
  • Pedro Paulo (PSD) — 9% (era 7%)
  • Monica Benicio (PSOL) — 8% (era 6%)
  • Benedita da Silva (PT) — 4% (era 6%)
  • Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 4% (era 5%)
  • Waguinho (REPUBLICANOS) — 3% (era 2%)
  • Marcos Dias (PODEMOS) — 1% (era 1%)
  • Michelly Xavier (UP) — 1% (era 1%)
  • Paula Falcão (PSTU) — 1% (era 1%)
  • Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 0%)
  • Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
  • Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
  • Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
  • Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
  • Indecisos — 14% (era 28%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar — 25% (era 25%)

Para o segundo voto, Portinho e Jordy empatam com 15%, seguidos por Pedro Paulo e Monica Benicio. Embora ainda elevada, a taxa de indecisos caiu pela metade em relação ao levantamento anterior.

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Intenção espontânea

Na pergunta espontânea, sem apresentação da lista de candidatos, os entrevistados citaram:

  • Benedita da Silva (PT) — 7% (era 7%)
  • Carlos Jordy (PL) — 4% (era 3%)
  • Carlos Portinho (PL) — 3% (era 3%)
  • Pedro Paulo (PSD) — 2% (era 2%)
  • Monica Benicio (PSOL) — 1% (era 2%)
  • Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 1% (era 1%)
  • Waguinho (REPUBLICANOS) — 0% (era 0%)
  • Marcos Dias (PODEMOS) — 0% (era 0%)
  • Michelly Xavier (UP) — 0% (era 0%)
  • Helio Secco (MISSÃO) — 0% (era 0%)
  • Vinicius Benevides (UP) — 0% (era 0%)
  • Paula Falcão (PSTU) — 0% (era 0%)
  • Luciano Mattos (PRTB) — 0% (era 0%)
  • Luiz Eugenio (PCO) — 0% (era 0%)
  • Ó Clemente (DEMOCRATA) — 0% (era 0%)
  • Outros — 1% (era 1%)
  • Indecisos — 79% (era 77%)
  • Branco/Nulo/Não vai votar — 3% (era 4%)

Nessa modalidade, 79% não souberam indicar nenhum concorrente, ante 77% no estudo anterior, e 3% disseram que pretendem votar em branco, anular ou não ir votar.

Conhecimento, potencial e rejeição

O estudo também mediu o percentual de eleitores que poderiam votar em cada nome, quem ainda não conhece os candidatos e a taxa de rejeição. Entre parênteses, aparecem os resultados da pesquisa anterior, divulgada em 23 de setembro:

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  • Benedita da Silva (PT) — 35% (era 35%); 18% (era 21%); 47% (era 44%)
  • Marcelo Crivella (REPUBLICANOS) — 25% (era 24%); 14% (era 15%); 61% (era 61%)
  • Carlos Jordy (PL) — 30% (era 16%); 54% (era 69%); 16% (era 15%)
  • Carlos Portinho (PL) — 33% (era 16%); 53% (era 68%); 14% (era 16%)
  • Pedro Paulo (PSD) — 19% (era 17%); 56% (era 58%); 25% (era 25%)
  • Monica Benicio (PSOL) — 19% (era 14%); 64% (era 70%); 17% (era 16%)
  • Waguinho (REPUBLICANOS) — 11% (era 10%); 46% (era 49%); 43% (era 41%)
  • Paula Falcão (PSTU) — 3% (era 6%); 81% (era 84%); 16% (era 10%)
  • Michelly Xavier (UP) — 4% (era 6%); 82% (era 84%); 14% (era 10%)
  • Vinicius Benevides (UP) — 4% (era 3%); 83% (era 85%); 13% (era 12%)
  • Helio Secco (MISSÃO) — 3% (era 6%); 79% (era 82%); 18% (era 12%)
  • Luciano Mattos (PRTB) — 3% (era 2%); 83% (era 86%); 14% (era 12%)
  • Luiz Eugenio (PCO) — 3% (era 3%); 82% (era 84%); 17% (era 13%)
  • Marcos Dias (PODEMOS) — 4% (era 4%); 78% (era 80%); 18% (era 16%)
  • Ó Clemente (DEMOCRATA) — 3% (era 4%); 79% (era 81%); 18% (era 15%)

O Senado reúne 81 parlamentares e os mandatos duram oito anos. A renovação ocorre de forma alternada: em uma eleição são escolhidos dois senadores por unidade da Federação e, na seguinte, apenas um.

Como funciona uma pesquisa eleitoral

As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.

Como identificar pesquisas falsas

Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.

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