Tarcísio tem 50% contra 30% de Haddad pelo governo de SP, diz Datafolha
Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) aponta o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 50% das intenções de voto para o governo de

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) aponta o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 50% das intenções de voto para o governo de São Paulo, em cenário estimulado de primeiro turno, enquanto o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) aparece com 30%.
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Cenário do primeiro turno
Nos votos totais da pesquisa estimulada, Tarcísio oscilou de 49% para 50% em relação ao levantamento de 11 de setembro. Haddad passou de 29% para 30%. Entre os demais candidatos, Policial Edjane (Agir) tem 2%, Carlos Machado (PCB) 2%, Vivian Mendes (UP) 2%, Vera Lúcia (PSTU) 2% e Izadora Dias (PCO) 1%.
Brancos, nulos e eleitores que declaram não votar em nenhum candidato somam 8%, e 3% dizem estar indecisos. Segundo o Datafolha, 71% afirmam que a escolha para governador no primeiro turno é definitiva, enquanto 29% ainda podem mudar de voto.
O instituto ressalta que o levantamento foi registrado e realizado antes da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a candidatura de Policial Edjane. No sistema da Corte, a candidata aparece atualmente como inapta.
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Votos válidos e pesquisa espontânea
Considerando apenas os votos válidos, quando se excluem brancos, nulos e indecisos, Tarcísio aparece com 56%, repetindo o índice de 11 de setembro, e Haddad sobe de 32% para 34%. Policial Edjane, Carlos Machado e Vera Lúcia têm 2% cada, enquanto Vivian Mendes soma 2% e Izadora Dias, 1%.
Na pesquisa espontânea, em que o entrevistador não apresenta a lista de candidatos, 33% citam Tarcísio e 19% mencionam Haddad. Um ponto percentual declara votar no PT ou no candidato do PT, e 1% diz votar no atual governador. Outras respostas chegam a 3%, enquanto 7% pretendem votar em branco, nulo ou em nenhum nome.
Nesse cenário espontâneo, 35% dos eleitores dizem estar indecisos, abaixo dos 41% registrados na sondagem anterior.
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Rejeição e disputa em segundo turno
O instituto também mediu o grau de rejeição dos postulantes ao governo paulista. Fernando Haddad é o mais rejeitado, com 45% dos entrevistados declarando que não votariam nele de jeito nenhum, número que era de 48%. Tarcísio tem rejeição de 29%, índice estável em relação à pesquisa anterior.
Entre os demais candidatos, Vera Lúcia registra rejeição de 19%, Carlos Machado 18%, Policial Edjane 18%, Izadora Dias 17% e Vivian Mendes 13%. Três por cento dizem que votariam em qualquer um dos nomes e outros 3% afirmam rejeitar todos. Seis por cento não souberam responder.
Em uma simulação de segundo turno entre Tarcísio e Haddad, o atual governador aparece com 55% das intenções de voto, contra 36% do adversário petista. Sete por cento declaram voto em branco, nulo ou em nenhum candidato, e 2% seguem indecisos. Em relação ao levantamento de 11 de setembro, quando Tarcísio tinha 56% e Haddad 35%, as variações estão dentro da margem de erro.
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Metodologia do levantamento
O Datafolha entrevistou 1.610 pessoas em São Paulo entre os dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e registrada sob o número SP-03730/2026.
O que mostram as pesquisas sobre o primeiro turno
Em levantamento do instituto AtlasIntel divulgado em 3 de setembro, Tarcísio de Freitas (Republicanos) liderava a disputa com 51,1%, contra 39,9% de Fernando Haddad (PT) no cenário estimulado do primeiro turno. Na mesma sondagem, Carlos Machado (PCB) marcou 1,3%, Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP) registraram 1,0% cada, e a Policial Edjane (Agir) obteve 0,2%, com 1,9% de brancos/nulos e 3,6% de indecisos.
No levantamento do Datafolha do dia 11, Tarcísio continuou liderando em São Paulo e poderia vencer no 1º turno. Nos votos totais, Tarcísio alcançou 49% e Haddad registrou 29%, seguidos por Policial Edjane (3%), Carlos Machado (3%), Vera Lúcia (2%), Vivian Mendes (2%) e Izadora Dias (PCO, 1%), com 8% de brancos/nulos e 3% de indecisos. Ao considerar apenas os votos válidos (excluídos brancos, nulos e indecisos), Tarcísio atingiu 56% das intenções contra 32% de Haddad.
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Já no Paraná Pesquisas do dia 22, Tarcísio de Freitas continuou na primeira colocação com 50,7% contra 33,3% de Fernando Haddad no cenário estimulado principal. Na sequência apareceram Vera Lúcia (1,8%), Carlos Machado (1,0%), Izadora Dias (0,9%), Policial Edjane (0,8%) e Vivian Mendes (0,6%), com 7,2% de brancos/nulos e 3,8% de indecisos. Em uma simulação de confronto direto reduzida aos dois líderes, Tarcísio chegou a 54% e Haddad marcou 36,4%.
O que mostram as pesquisas sobre votos por gênero e por religião
Nos cruzamentos da AtlasIntel do dia 3 de setembro, Tarcísio de Freitas atingiu 63,8% das intenções de voto no segmento evangélico paulista, enquanto Fernando Haddad registrou 17,4%. Por outro lado, o candidato petista apresentou seu desempenho mais expressivo entre os jovens de 16 a 24 anos, liderando com 56,6% das menções.
No detalhamento do voto por gênero do Paraná Pesquisas do dia 22 de setembro, Tarcísio tinha pouco mais de 60% do seu eleitorado formado por homens, contra 27,4% de Haddad. Entre o eleitorado feminino, a disputa apresentava maior proximidade, com Tarcísio marcando 41,8% e Haddad somando 38,5% das menções. No cenário direto entre os dois candidatos, Tarcísio alcançava 63,2% entre os homens (contra 29,2% de Haddad) e 45,8% entre as mulheres (contra 42,7% do petista).
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O que mostram as pesquisas sobre rejeição
No quesito de rejeição medida pelo Paraná Pesquisas do dia 22 de setembro, Fernando Haddad liderava o índice de veto no estado, com 43,2% dos entrevistados afirmando que não votariam nele de jeito nenhum. O governador Tarcísio de Freitas figurava na segunda posição em rejeição, com 29,4% de recusa declarada entre o eleitorado paulista.
Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
