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TSE diz que não determinou retirada de canais de WhatsApp do ar

Nunes Marques se reuniu com representantes da Meta, X, Google, TikTok e Kwai e pediu isonomia das plataformas

2 min

23/10/2026 14:07 • Atualizado há 15 horas

TSE diz que não determinou retirada de canais de WhatsApp do ar

WhatsApp

Marcello Casal jr/Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou nesta sexta-feira (23) que não determinou a retirada de nenhum canal de WhatsApp do ar. A declaração da Corte Eleitoral foi feita em publicação na plataforma X, antigo Twitter.

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“Os prazos dos processos de propaganda são sempre curtos. Ilações a partir desses despachos que pedem informação em tempo curto são absolutamente indevidos”, disse o TSE.

Em nota, o TSE destacou que se reuniu com representantes da Meta, X, Google, TikTok e Kwai nesta sexta sobre providências para o atendimento da legislação eleitoral. No encontro, o ministro Kassio Nunes Marques, pediu isonomia das plataformas.

“O ministro Kassio Nunes Marques pediu reforço de pessoal e atuação isonômica por parte das plataformas a fim de garantir o cumprimento do plano de conformidade assinado por todas as empresas”, informou o tribunal.

A manifestação foi feita após o presidente do TSE, Nunes Marques, conceder prazo de 24 horas para a Meta apresentar um relatório técnico sobre o canal “Exército do Lula”, criado no WhatsApp para postagens de apoio ao candidato à reeleição.

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O ministro atendeu ao pedido protocolado pela campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que alegou que há indícios de que as redes operadas pela Meta não estariam cumprindo o plano de conformidade entregue ao TSE para garantir a integridade do processo eleitoral.

Após a plataforma informar à campanha que não encontrou irregularidades, os advogados de Flávio citaram na ação enviada ao Tribunal que a empresa não indicou os critérios adotados para concluir pela ausência de indícios e informações sobre o período temporal que teria sido examinado.

Com a decisão, a Meta deverá realizar uma pente-fino no canal Exército do Lula e prestar informações sobre o suposto comportamento coordenado entre contas e canais, padrões de engajamento, rastreabilidade de conteúdos, análise de atividades publicitárias, entre outros dados.