Fim da escala 6x1: como votaram os senadores do Paraná
Flávio Arns e Oriovisto Guimarães votaram a favor; Sergio Moro, eleito governador do Estado, não votou.

Senado aprovou em dois turnos a proposta que acaba com a escala 6x1, com 75 votos favoráveis e um contrário. Foto: Agência Senado.
Foto: Agência Senado
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (14) a proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 no Brasil. A votação terminou com 75 votos favoráveis e apenas um contrário, nos dois turnos. Mas como votaram os três senadores do Paraná?
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Flávio Arns (PSB) e Oriovisto Guimarães (PSDB) votaram a favor da proposta, enquanto Sergio Moro (PL) não registrou voto.
Apenas um senador votar contra a proposta. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos).
Como votou Sergio Moro no fim da escala 6x1?

Foto: Carlos Moura | Arquivo Agência Senado
O senador Sergio Moro (PL) não votou em nenhum dos dois turnos da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019.
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Moro foi eleito governador do Paraná no primeiro turno das eleições de 2026, com 50,10% dos votos válidos, e assumirá o comando do Estado em janeiro de 2027.
Como votou Flávio Arns no fim da escala 6x1?

Foto: Waldemir Barreto | Arquivo Agência Senado
O senador Flávio Arns (PSB) votou a favor da proposta nos dois turnos realizados nesta quarta-feira (14).
O parlamentar acompanhou a maioria do Senado na aprovação da redução da jornada de trabalho, sem diminuição salarial.
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Como votou Oriovisto Guimarães no fim da escala 6x1?

Foto: Carlos Moura | Arquivo Agência Senado
O senador Oriovisto Guimarães (PSDB) também votou a favor da proposta nos dois turnos.
Durante a discussão, Oriovisto apresentou uma emenda para ajustar a aplicação das novas regras. O pedido de votação separada da emenda acabou retirado.
O que muda com o fim da escala 6x1?
A proposta aprovada pelo Senado estabelece dois dias de descanso remunerado por semana e reduz gradualmente a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução dos salários.
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O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados e segue para promulgação pelo Congresso Nacional.
As novas regras ainda não estão em vigor e serão aplicadas gradualmente, conforme os prazos previstos na proposta.
