Lula deve criticar tarifaço dos EUA em novo discurso na ONU
A intenção do governo brasileiro é aproveitar o momento para reforçar o apelo pelo fim do protecionismo tarifário
O discurso de abertura na Assembleia Geral das Nações Unidas e a expectativa de um possível encontro informal com Donald Trump lideram as atenções da comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Nova York. Tradicionalmente responsável por abrir os debates entre os chefes de Estado, o presidente brasileiro deve focar sua fala na defesa do multilateralismo e em críticas às tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos.
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A pronunciar-se logo na sequência está o próprio presidente americano, representante do país-sede do evento. Embora uma reunião bilateral formal não conste na agenda oficial de ambos, interlocutores apontam para a possibilidade de um contato fortuito nos bastidores da sede da ONU ou na troca de púlpito entre os discursos. A intenção do governo brasileiro é aproveitar o momento para reforçar o apelo pelo fim do protecionismo tarifário norte-americano.
Assembleia da ONU e Mamdani: como deve ser agenda de Lula em NY
Reuniões bilaterais focadas em líderes de esquerda
Antes de discursar no plenário internacional, o presidente cumpre agenda de encontros bilaterais em sua residência oficial na cidade. Diante de mais de 30 pedidos de audiência recebidos pelo Palácio do Planalto, a diplomacia brasileira optou por priorizar conversas exclusivamente com lideranças progressistas e de esquerda.
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A lista de reuniões confirmadas na agenda inclui:
- Yamandú Orsi, presidente do Uruguai;
- Zohran Mamdani, prefeito de Nova York;
- Bernie Sanders, senador norte-americano.
