Rádio Bandeirantes
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“Cuma” é o nome dele?

É Manezinho Araújo, o “Rei da Embolada”, que entre as décadas de 1930 e 1950 gravou mais de cinquenta discos em 78 rotações e quatro LPs, além de ter suas composições também gravadas por vários outros cantores do país.

Por Redação
REDAÇÃO

08/06/2026 • 07:53 • Atualizado em 08/06/2026 • 07:53

Milton Parron
Alçapão

Alçapão

Pintura de Manezinho Araújo

Artista multifacetado, brilhou no rádio, no cinema, nos teatros e circos, como compositor e cantor e quando se aposentou dessas atividades dedicou-se a arte plástica realizando pinturas classificadas como primitivistas, retratando as imagens do Nordeste que tinham se fixado em sua memória desde os tempos de menino. Consagrou-se também nessa área chegando a se tornar um dos mais conceituados no País tendo realizado cerca de 30 exposições. Outro dos seus predicados estava na cozinha onde elaborava pratos de dar água na boca e de tanto receber elogios resolveu montar um restaurante no Rio de Janeiro, o “Cabeça Chata”, que rapidamente virou um “point” gastronômico obrigatório na antiga capital da República frequentado pela alta sociedade e também por personalidades estrangeiras, entre as quais, Edith Piaf, Yul Brynner, e John Wayne. Em 1982, o saudoso José Paulo de Andrade decidiu homenagear Manezinho Araujo no programa Perspectiva da rádio Bandeirantes:

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Manezinho Araujo faleceu em São Paulo, aos 79 anos de idade, no dia 23 de maio de 1993. Sua coroa de “Rei da Embolada continua aguardando um sucessor à sua altura.

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