Bruno Capozzi traz um depoimento sobre como os ataques de Israel e Estados Unidos ao Irã atingiu a "bolha" de estabilidade dos Emirados Árabes Unidos. Mesmo estando a 120 km de Abu Dhabi, o jornalista relata ter ouvido de sua casa o estrondo de um míssil sendo interceptado. Relatos em grupos de brasileiros descrevem mísseis passando sobre quintais e janelas.
Diferente de tensões anteriores, desta vez houve uma fatalidade. Uma pessoa morreu em Abu Dhabi atingida pelos destroços de um míssil interceptado.
Apesar da tensão, Capozzi mostra que Dubai tenta manter a normalidade: o trânsito flui, aplicativos de entrega funcionam e o comércio segue operando, embora o espaço aéreo permaneça fechado.
A Embaixada Brasileira em Abu Dhabi emitiu um comunicado urgente recomendando que os cidadãos permaneçam em casa, evitem janelas e não façam deslocamentos desnecessários.
Em um tom mais duro que o habitual, o governo dos Emirados Árabes condenou os ataques e afirmou manter seu "direito pleno e legítimo de responder" para garantir a integridade de seu território e cidadãos.
Com 80% da população composta por estrangeiros e uma economia movida pelo turismo e aviação (Emirates), uma guerra aberta é o pior cenário possível para o modelo de negócio dos Emirados.
Irã contra-atacou bases americanas em outros países da região
Após o ataque coordenado de Israel e Estados Unidos contra o Irã, o país respondeu e diz ter atacado bases americanas em quatro países: Kuwait, Emirados Árabes, Catar e Bahrein. Imagens de redes sociais e de agências de notícias mostram colunas de fumaça nessas localidades.
Companhias aéreas internacionais anunciaram o cancelamento de voos no Oriente Médio em meio à escalada de ataques entre Estados Unidos e Irã, que provocou o fechamento de espaços aéreos e aumento das restrições na região.
*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com.br


