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Comerciantes protestam na 25 de Março após motoboy ser baleado em tentativa de assalto

Motoboys e comerciantes fizeram ato pacífico em São Paulo pedindo mais segurança após tentativa de roubo que deixou trabalhador em coma.

Por Redação
REDAÇÃO

20/10/2025 • 14:31 • Atualizado em 20/10/2025 • 14:31

Protesto na 25 de Março cobra segurança após motoboy baleado

Protesto na 25 de Março cobra segurança após motoboy baleado

Paulo Pinto/Agência Brasil

Comerciantes e motoboys realizaram na manhã desta segunda-feira (20) um protesto pacífico na região da Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, para pedir mais segurança após um motoboy ser baleado na cabeça durante uma tentativa de assalto no último sábado (18).

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A repórter Carol Corrêa, da Rádio Bandeirantes, acompanhou o ato e relatou que, apesar de um breve momento de tensão entre os participantes e a Polícia Militar, a manifestação seguiu de forma tranquila. “Eles saíram do Vale do Anhangabaú por volta das nove e meia da manhã e seguiram até a Rua Carlos Souza Nazaré, com gritos de ‘justiça’ e pedidos de proteção para quem trabalha na região”, descreveu.

Segundo os organizadores, o grupo pretende estender a manifestação até a Secretaria de Segurança Pública (SSP), em forma de passeata, para reforçar as cobranças por mais policiamento nas áreas comerciais da capital.

O crime que motivou o protesto ocorreu por volta das 14h de sábado (18), um dos horários de maior movimento na região. O motoboy, conhecido entre os comerciantes locais, foi atingido por um disparo no pescoço durante a tentativa de roubo. Segundo o boletim de ocorrência, oito criminosos participaram da ação, sendo que um deles acabou baleado no pé por um policial que estava próximo ao local.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital das Clínicas, onde permanece em coma, com estado de saúde estável. A família teme que o trabalhador possa ter sequelas em razão da gravidade do ferimento.

A Polícia Civil investiga o caso e já analisa imagens de câmeras de segurança para identificar os suspeitos. A corporação acredita que parte do grupo atuava como olheiro, observando a movimentação das lojas e das entregas antes de agir.

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