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Presidente do Corinthians entra com ação para afastar líder do Conselho

Osmar Stábile acusa Romeu Tuma Jr. de ameaças; crise política explode em meio a desempenho apático do time

Da redação
DA REDAÇÃO

12/03/2026 • 20:43 • Atualizado em 12/03/2026 • 20:43

A crise política no Corinthians ganhou novo capítulo. O presidente Osmar Stabile protocolou nesta quinta-feira (12) uma representação na Comissão de Ética pedindo o afastamento do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior.

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Stabile alega ter sido ameaçado por Tuma em uma discussão acalorada na pizzaria do Parque São Jorge. Segundo o documento, Tuma teria dito: "Ou você faz o que eu quero, ou vou te f…".

Romeu Tuma Jr., presidente do Conselho, e Osmar Stabile, presidente do Corinthians

Romeu Tuma Jr., presidente do Conselho, e Osmar Stabile, presidente do Corinthians

Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Análise: Corpo mole, dívida e a 'novela Memphis'

A derrota apática por 2 a 0 para o Coritiba, em casa, foi o reflexo da crise institucional. A atuação de Memphis Depay foi o principal alvo de críticas. O jogador, que tem R$ 41 milhões a receber do clube, foi acusado de "andar em campo" e fazer "corpo mole". "É muito louco isso. Ou acerta com o Memphis os 41 milhões ou não joga", defendeu o Craque Neto, argumentando que a situação é insustentável.

A análise do debate na rádio foi unânime em apontar que, embora o clube deva ao jogador, a postura do atleta é inaceitável. "Se a Band para de pagar o Craque Neto, ele não vai chegar e falar um monte de besteira. Ele vai parar de fazer o programa", comparou um dos jornalistas, cobrando uma atitude mais nobre do jogador de não entrar em campo se está descontente.

Bidu rebate críticas e a falta de memória

Após o jogo, a insatisfação da torcida foi rebatida pelo lateral Matheus Bidu. Em entrevista, ele pediu para que os torcedores "não se esqueçam de tudo que o time fez", citando os títulos da Copa do Brasil e da Supercopa.

A fala, no entanto, foi mal recebida. "O futebol apresentado pelo Corinthians foi ridículo. Não é perder, perder faz parte", criticou Neto. A percepção é que o time só joga sob pressão e que falta concentração em jogos considerados "menores".

A atuação contra o Coritiba, após 12 dias de treinos, foi vista como uma prova de displicência e falta de comprometimento, com a crise política nos bastidores servindo como o veneno que contamina o ambiente e o desempenho da equipe.

*Texto gerado por IA e revisado pela equipe Band.com.br