Presidente do Corinthians entra com ação para afastar líder do Conselho
Osmar Stábile acusa Romeu Tuma Jr. de ameaças; crise política explode em meio a desempenho apático do time

A crise política no Corinthians ganhou novo capítulo. O presidente Osmar Stabile protocolou nesta quinta-feira (12) uma representação na Comissão de Ética pedindo o afastamento do presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior.
Continua depois da publicidade
Stabile alega ter sido ameaçado por Tuma em uma discussão acalorada na pizzaria do Parque São Jorge. Segundo o documento, Tuma teria dito: "Ou você faz o que eu quero, ou vou te f…".

Romeu Tuma Jr., presidente do Conselho, e Osmar Stabile, presidente do Corinthians
Rodrigo Coca/Agência Corinthians
Análise: Corpo mole, dívida e a 'novela Memphis'
A derrota apática por 2 a 0 para o Coritiba, em casa, foi o reflexo da crise institucional. A atuação de Memphis Depay foi o principal alvo de críticas. O jogador, que tem R$ 41 milhões a receber do clube, foi acusado de "andar em campo" e fazer "corpo mole". "É muito louco isso. Ou acerta com o Memphis os 41 milhões ou não joga", defendeu o Craque Neto, argumentando que a situação é insustentável.
A análise do debate na rádio foi unânime em apontar que, embora o clube deva ao jogador, a postura do atleta é inaceitável. "Se a Band para de pagar o Craque Neto, ele não vai chegar e falar um monte de besteira. Ele vai parar de fazer o programa", comparou um dos jornalistas, cobrando uma atitude mais nobre do jogador de não entrar em campo se está descontente.
Continua depois da publicidade
Bidu rebate críticas e a falta de memória
Após o jogo, a insatisfação da torcida foi rebatida pelo lateral Matheus Bidu. Em entrevista, ele pediu para que os torcedores "não se esqueçam de tudo que o time fez", citando os títulos da Copa do Brasil e da Supercopa.
A fala, no entanto, foi mal recebida. "O futebol apresentado pelo Corinthians foi ridículo. Não é perder, perder faz parte", criticou Neto. A percepção é que o time só joga sob pressão e que falta concentração em jogos considerados "menores".
A atuação contra o Coritiba, após 12 dias de treinos, foi vista como uma prova de displicência e falta de comprometimento, com a crise política nos bastidores servindo como o veneno que contamina o ambiente e o desempenho da equipe.
Continua depois da publicidade
*Texto gerado por IA e revisado pela equipe Band.com.br
