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Craque Neto chama Gabigol de mascarado e números de Neymar geram debate

O clima no Santos azedou após a atuação decepcionante contra o Deportivo Recoleta na Copa Sul-Americana.

Da redação
DA REDAÇÃO

15/04/2026 • 21:45 • Atualizado em 15/04/2026 • 21:45

No centro das críticas do programa Os Donos da Bola, após empate contra o Deportivo Recoleta na Vila Belmiro, estão as duas maiores estrelas do elenco: Neymar e Gabigol. Enquanto o primeiro acumula cartões por reclamação, o camisa 10 da temporada 2026 enfrenta um jejum de gols e uma relação cada vez mais desgastada com a torcida e a imprensa.

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Gabigol: "Subcelebridade" e jejum de um mês

A zona mista após o tropeço santista foi o estopim para novas críticas do Craque Neto. Ao ser questionado sobre o jejum de um mês sem balançar as redes, Gabigol rebateu o jornalista perguntando se ele conhecia seus números na temporada (liderança em gols e participações).

A resposta não caiu bem na bancada do Os Donos da Bola. Neto foi direto:

"Você tem que parar de ser mascarado. Faz um mês que não joga nada e responde com arrogância. Virou subcelebridade? O torcedor quer ver bola na rede e vontade, não risadinha quando sai vaiado."

Neymar: Retorno técnico ou festival de cartões?

Os números de Neymar no seu retorno ao Peixe foram detalhados pelo programa. Embora mantenha uma média alta de participações em gols, a postura disciplinar preocupa. Em apenas oito jogos nesta temporada, o craque já recebeu quatro cartões amarelos — a maioria por reclamação.

Neymar em 2026:

- Oito jogos;

- Quatro gols;

- Três assistências;

- Quatro cartões amarelos.

Para Neto, o excesso de cartões é sintoma de frustração técnica: "Ele está achando que é o Pelé, mas reclama de tudo. Time que está ganhando não toma cartão por boca. Ele só toma amarelo quando não está jogando bem ou quando o time está perdendo".

Raio-X das participações em gols (temporada 2026)

Sul-Americana com Sub-20?

Diante do elenco curto e do futebol "preguiçoso" apresentado pelas estrelas, surgiu a sugestão drástica na bancada: priorizar o Brasileirão e usar a base na Sul-Americana.

"Se eu sou o presidente do Santos, mandaria o Sub-20 jogar. Não tem elenco para três competições. É melhor dar chance para novos 'Diego e Robinho' do que ver jogador consagrado andando em campo como se estivesse em um coletivo", defendeu a equipe.