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Submarino dos EUA afunda navio de guerra do Irã e agrava crise

Ataque no Oceano Índico deixa dezenas de mortos e eleva tensão no Estreito de Hormuz; analista aponta colapso do direito internacional e Espanha critica 'roleta russa' de Trump.

Por Redação
REDAÇÃO

04/03/2026 • 18:49 • Atualizado em 04/03/2026 • 18:49

Vídeo do ataque divulgado pelo Pentágono

Vídeo do ataque divulgado pelo Pentágono

Departamento de Defesa dos Estados Unidos

A guerra entre Estados Unidos e Irã escalou para um novo e perigoso nível de confronto direto em alto-mar. Um submarino americano afundou uma fragata da Marinha do Irã no Oceano Índico, em uma ação que, segundo relatos, ocorreu em águas territoriais do Sri Lanka. O ataque, confirmado pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, resultou na morte confirmada de pelo menos 87 tripulantes iranianos, enquanto 32 foram resgatados com vida.

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O Pentágono assumiu a responsabilidade pela operação, que se alinha à declaração do presidente Donald Trump de que um de seus objetivos é "acabar com os navios do Irã". A ação aumenta drasticamente a tensão na região, especialmente no estratégico Estreito de Hormuz, por onde passa mais de 25% do petróleo consumido no mundo.

Análise: um "ato pirata" que ignora o direito internacional

Durante o Jornal Gente, o jornalista Zaidan classificou o ataque como um "ato pirata", destacando que a ação demonstra o total colapso das regras e do direito internacional no conflito. "As declarações do secretário de guerra são provas inquestionáveis de que não há regras. Qualquer tipo de princípio, regulamento, tratado internacional, as garantias de navegação, respeito a águas territoriais... Tudo isso está sendo solenemente ignorado", afirmou Zaidan.

A análise aponta que a imprevisibilidade das ações americanas gera uma enorme instabilidade no mercado de petróleo, cujo preço oscila a cada nova declaração ou movimento militar, com o preço do barril subindo a cada ameaça de fechamento do Estreito de Hormuz.

Espanha reage e critica 'roleta russa' de Trump

A postura agressiva dos Estados Unidos continua a gerar fissuras com seus aliados. O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, reagiu duramente às ameaças de retaliação comercial feitas por Trump, após o país europeu negar o uso de suas bases militares para os ataques. Sánchez acusou Trump de estar "brincando de roleta russa com o destino de milhões de pessoas" e afirmou que a Espanha "não será cúmplice das ações americanas apenas pelo medo de retaliação", em uma das mais fortes críticas de um líder europeu ao governo americano até agora.

*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com.br