
Luiz Inácio Lula da Silva
© Ricardo Stuckert / PR
A abertura da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque ocorre sob forte esquema de segurança. O serviço secreto americano revelou ter descoberto um plano que poderia comprometer todo o sistema de telefonia celular da cidade. De acordo com as informações, milhares de SIM cards seriam ativados simultaneamente durante os discursos dos líderes mundiais, o que poderia provocar uma pane geral nas comunicações.
Com a presença de chefes de Estado e de governo de todo o mundo, as autoridades reforçaram a vigilância para evitar qualquer incidente. O clima é de atenção redobrada em Manhattan, onde ocorrem as sessões da ONU.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abre os trabalhos, como é tradição, e deve centrar seu discurso na defesa da soberania nacional diante das sanções impostas pelos Estados Unidos, além de abordar a criação de um Estado palestino. Lula deve ainda utilizar o termo genocídio ao se referir às ações de Israel na Faixa de Gaza e tratar de questões ambientais, em especial a Amazônia.
A expectativa também recai sobre a possibilidade de um encontro com o presidente americano Donald Trump. Pela ordem dos pronunciamentos, Trump fala logo após Lula. Assim, há a chance de que os dois se encontrem no corredor que dá acesso ao plenário, durante a troca de oradores.
Embora não haja registro oficial de reunião bilateral entre os dois líderes, esse contato informal pode ocorrer na antessala do gabinete do secretário-geral da ONU.
*Texto gerado por IA e revisado pela equipe Band.com
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