A preparação da seleção brasileira para os amistosos nos Estados Unidos ganhou um enorme ponto de interrogação. O zagueiro Marquinhos, um dos pilares e capitão da equipe de Carlo Ancelotti, sentiu um desconforto muscular, não participou do treino desta terça-feira em Orlando e virou dúvida para o jogo contra a França, na próxima quinta-feira.
A possível ausência de Marquinhos agrava a crise no setor defensivo, que já havia sofrido um baque com o corte de Gabriel Magalhães, também por lesão. Na ocasião, Ancelotti optou por não convocar um substituto, o que agora deixa a equipe com opções limitadas para a zaga em um dos testes mais difíceis antes da Copa do Mundo.
Análise: uma defesa remendada contra o poderoso ataque francês
A iminente dupla de zaga reserva contra a França foi o tema central do debate esportivo. Com a ausência dos titulares, a responsabilidade deve cair sobre os ombros de Bremer, da Juventus, que é visto como o substituto natural. A outra vaga seria disputada por Ibañez e Léo Pereira, ambos com pouca experiência na seleção.
"É uma perda gigante. Os companheiros de equipe [da zaga] vão ter pela frente Olise e Dembélé. Não vai ser fácil", analisou o ex-jogador Leandro Guerreiro, que sugeriu até mesmo a convocação de emergência de Murilo, do Nottingham Forest, para suprir a carência. A avaliação é de que a seleção enfrentará um dos ataques mais fortes do mundo com uma defesa completamente remendada.
A polêmica do "casal" na zaga e a opção por Danilo
O debate também relembrou, em tom de brincadeira, a polêmica sobre a vida pessoal envolvendo Éder Militão e Léo Pereira, questionando como seria o clima com os dois na mesma concentração.
Deixando as polêmicas de lado, uma solução tática foi apontada: o uso de Danilo como zagueiro. O jogador, que atua na Juventus, já fez a função no clube e também na seleção. "Ele poderia sim ser uma quinta opção para a zaga. E talvez por isso a opção do Ancelotti de não chamar uma reposição para o Gabriel Magalhães", ponderou um dos setoristas. A versatilidade de Danilo pode ser a chave para Ancelotti resolver o quebra-cabeça de última hora e montar uma defesa minimamente competitiva para o duro confronto em Boston.
*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com.br
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