
investigação pcc
Reprodução/MPSP
A Polícia Federal investiga um possível vazamento de informações na megaoperação realizada em São Paulo e em outros sete estados contra a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no mercado de combustíveis e de investimentos. Dois empresários, considerados os principais alvos da investigação, estão foragidos. Eles são apontados como líderes do esquema de adulteração e transporte ilegal de etanol.
Alvos escaparam
Segundo informações apresentadas no Bora Brasil, os empresários administravam a logística do combustível adulterado entre unidades de produção e postos de abastecimento. A suspeita é de que tenham deixado o país antes da deflagração da operação, possivelmente rumo à Bolívia.
A ausência dos principais investigados reforça a hipótese de que houve vazamento prévio da ação. A PF trabalha para confirmar a rota de fuga e os contatos que teriam alertado os suspeitos.
Disputa de protagonismo e recado de Tarcísio
O governador Tarcísio de Freitas buscou minimizar eventuais disputas de protagonismo entre as instituições. No mesmo dia da operação, o Ministério Público de São Paulo e o governo federal realizaram coletivas separadas.
“O crime organizado percebeu essa fragilidade, percebeu essa brecha, se estabeleceu nesse momento. [...] Tem que haver extrema integração. Outras grandes operações virão, porque a gente vai atacar outros braços do crime organizado”, declarou Tarcísio.
Ele destacou ainda que o estado vem aplicando solidariedade tributária no setor de combustíveis como forma de ampliar a fiscalização e combater fraudes.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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