Resumo
Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, declara que o governo está trabalhando para restaurar a credibilidade do INSS após denúncias de descontos indevidos, com processo de ressarcimento em curso e adesão a um acordo de compensação;
Plataforma do acordo teve 23% de adesão dos beneficiários elegíveis em apenas dois dias de funcionamento, com expectativas de aumento por meio de divulgação em mídias.
Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou que o governo federal está empenhado em reconstruir a credibilidade do INSS após a série de denúncias de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas. Segundo ele, o processo de ressarcimento já está em andamento, e o objetivo agora é ampliar a adesão ao acordo firmado com a União.
De acordo com o ministro, até as 9h da manhã desta segunda-feira (15), 23% dos aposentados e pensionistas elegíveis haviam aderido ao acordo — índice alcançado em apenas dois dias úteis de funcionamento da plataforma.
“Funcionou só sexta-feira e ontem, e já conseguimos 23% de adesão”, destacou o ministro. Ele acredita que a divulgação do tema em programas de rádio e TV tem potencial para ampliar esse número rapidamente. “Aqui, participando do seu programa, eu tenho certeza que já vou aumentar esse índice consideravelmente.”
Queiroz reiterou que o acordo oferece ressarcimento dos valores com juros e correção monetária, e representa, segundo ele, um passo importante para virar a página desse episódio que abalou a confiança na Previdência. Ainda assim, reconheceu que o governo precisa ir além. “O governo quer virar essa chave, pagar esse ressarcimento e que a gente possa, a partir de agora, reconstruir a credibilidade do INSS".
O ministro também mencionou a necessidade de reforçar os mecanismos de controle, governança e transparência da instituição. O escândalo de descontos do INSS envolve milhares de beneficiários, muitos deles de baixa renda, e ganhou notoriedade por incluir valores retirados mensalmente de associações ou sindicatos sem o consentimento dos segurados.
Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.
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