
Quadrilha roubava farmácias e vendia remédios ilegalmente em SP
Rádio Bandeirantes
A Polícia Civil realiza nesta terça-feira (26) uma operação contra uma quadrilha especializada em roubar farmácias na zona leste de São Paulo. O grupo tinha como principal alvo medicamentos de alto custo, em especial canetas emagrecedoras, que eram revendidas ilegalmente pela internet a preços abaixo do mercado.
A investigação, conduzida pelo 30º Distrito Policial do Tatuapé, identificou dez integrantes da associação criminosa. O delegado Marcos Casseb afirma que parte do grupo já havia sido presa anteriormente, mas voltou a cometer crimes na região.
“Identificamos dez integrantes de uma associação criminosa que se dedica ao roubo de farmácias. Agora, com as prisões e as apreensões, certamente identificaremos outros estabelecimentos vítimas", explica o delegado.
Medicamentos eram armazenados em residências
De acordo com a polícia, os produtos roubados eram levados para casas de integrantes da quadrilha e armazenados em geladeiras. Em seguida, eram oferecidos em sites de comércio eletrônico, sem nota fiscal ou qualquer tipo de controle sanitário.
“São medicamentos caros, de alta procura para emagrecimento. Eles eram acondicionados em residências e depois comercializados abaixo do preço”, detalha o delegado responsável.
Mandados de prisão e apreensão
A operação buscava cumprir dez mandados de prisão temporária. Três pessoas foram detidas: um homem acusado de participar diretamente dos roubos e duas mulheres ligadas ao esquema financeiro. Segundo a investigação, elas eram responsáveis por dividir o dinheiro arrecadado entre os demais criminosos.
Além disso, oito mandados de busca e apreensão foram executados, resultando na apreensão de diversas caixas de canetas emagrecedoras.
Risco para a saúde e alerta sobre falsificações
Os apresentadores do Bora Brasil reforçaram que a compra desses medicamentos sem procedência legal alimenta a ação de criminosos e pode colocar a saúde em risco. Joel Datena destacou o perigo de falsificações.
“Você aplica achando que é o medicamento correto, mas pode ser uma solução sem efeito ou até prejudicial. É um risco enorme para a saúde e ainda fortalece o crime”, alertou.
A reportagem também ressaltou que, diante do alto preço dos remédios, muitos consumidores buscam alternativas ilegais. Porém, além do risco de adquirir produtos adulterados, quem compra sem nota fiscal colabora diretamente com o esquema criminoso.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
Newsletter Notícias
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:


