
Paqueta durante treino da Seleção Brasileira
Rafael Ribeiro/CBF
Resumo
Lesão muscular de Lucas Paquetá praticamente elimina o meio-campista da Copa do Mundo, levando o técnico Carlo Ancelotti a organizar três dias de treinamentos intensivos para definir seu substituto na Seleção Brasileira.
Alternativas táticas analisadas pela comissão técnica incluem a entrada do atacante Endrick como centroavante titular com recuo de Matheus Cunha para o meio-campo, a escalação de Igor Thiago como referência no ataque mantendo Cunha centralizado, e a possibilidade de iniciar com Matheus Cunha como falso nove e Danilo Santos no meio para fortalecer a marcação.
Opção de improvisação com Gabriel Martinelli no meio-campo é considerada apenas para situações extremas de pressão ofensiva, enquanto a situação física do atacante Raphinha permanece indefinida, sem confirmação oficial da CBF ou previsão de retorno, apesar do tratamento intensivo realizado pelo departamento médico.
O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, enfrentará uma maratona de três dias de treinamentos intensivos para definir o substituto de Lucas Paquetá na equipe titular. O meio-campista está praticamente fora da Copa do Mundo após sofrer uma lesão muscular na coxa esquerda.
A comissão técnica busca alternativas viáveis dentro do elenco para manter a competitividade do setor ofensivo visando o confronto decisivo de domingo contra a Noruega.
Dentre as possibilidades táticas estudadas por Ancelotti, a primeira alternativa envolve a manutenção da estrutura utilizada em parte do jogo contra o Japão. Nessa configuração, o jovem atacante Endrick entraria diretamente como centro-avante titular, recuando Matheus Cunha para atuar na armação de jogadas no meio-campo.
Essa mudança daria maior presença de área à Seleção, mantendo a capacidade de articulação de Cunha em uma faixa mais recuada do campo.
Outra opção de confronto direto na vaga de centroavante é a escalação de Igor Thiago. Caso o treinador opte por essa mudança, Igor Thiago assumiria a referência no ataque, mantendo Matheus Cunha centralizado no meio-campo.
Por outro lado, Ancelotti pode optar por iniciar a partida com o esquema original do último teste, escalando Matheus Cunha como falso nove — função na qual começou o duelo diante dos japoneses — e promovendo a entrada do volante Danilo Santos para reforçar a marcação e a saída de bola no meio-campo.
Como alternativa de contingência, o atacante Gabriel Martinelli surge como uma opção improvisada na função de meio-campista. De acordo com análises internas, a utilização de Martinelli nessa posição seria restrita a cenários específicos de jogo, especialmente em momentos de alta pressão onde a Seleção Brasileira necessite adotar uma postura extremamente ofensiva para buscar o resultado.
Enquanto define o substituto de Paquetá, a comissão técnica também lida com a incerteza em relação ao atacante Raphinha.
Até o momento, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o departamento médico e a equipe técnica não emitiram nenhum comunicado oficial confirmando se o atleta terá condições físicas de ser relacionado para a partida. Raphinha segue realizando tratamento intensivo sob supervisão dos médicos, porém não há previsão exata de seu retorno aos gramados.
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