Com Neymar já fora, volante se machuca em treino e vira mais um desfalque para o técnico Vojvoda; elenco limitado e caro gera debate sobre futuro do time no Brasileirão.
A fase do Santos definitivamente não é boa. O time, que já não conta com Neymar para o próximo jogo, perdeu mais uma peça importante: o volante Zé Rafael. Com dores na coxa, o jogador foi diagnosticado com um edema no músculo semimembranoso e está fora da partida contra o Mirassol, nesta terça-feira. A situação, que ocorreu após 12 dias de treinos, gerou ironia e preocupação entre os analistas.
"Os caras tão 12 dias sem jogar e aí machuca. Cai do berço? Será que é muito sexo, muita pingaiada, muita praia?", ironizou o Craque Neto, questionando a preparação física do elenco. A ausência de Zé Rafael, considerado um jogador importante, enfraquece ainda mais um time que já luta contra suas próprias limitações.
Análise: um elenco caro e que briga para não cair
A análise dos novos comentaristas da Rádio Bandeirantes, os ex-jogadores Leandro Guerreiro e Sérgio, foi direta. Para eles, o Santos tem um elenco para brigar, no máximo, "do décimo segundo para baixo" no Campeonato Brasileiro. "Acredito que vai brigar para não cair", afirmou Sérgio.
A principal crítica recai sobre a defesa, considerada "vulnerável" e "sem constância". A contratação de Lucas Veríssimo por 4 milhões de euros foi vista como uma tentativa de resolver o problema, mas o alto custo do jogador (que pode chegar a R$ 75 milhões, somando salários) foi duramente questionado para um clube em crise financeira. "Você está louco, irmão? Não pode fazer isso", criticou Neto.
O dilema de Vojvoda e a falta de resultados
O técnico Juan Pablo Vojvoda, que chegou com status de grande esperança, também não escapa das críticas. "Ele não chegou resolvendo todo o problema. O resultado tem que aparecer a todo momento", analisou Leandro Guerreiro. Com um elenco que, no papel, possui nomes de peso como Neymar, Gabigol e Barreal, mas que não consegue engrenar, a pressão sobre o treinador argentino só aumenta.
O consenso é que, sem o goleiro Gabriel Brazão, que "salva o time" em quase todos os jogos, a situação do Santos seria ainda pior. A equipe se tornou um quebra-cabeça de peças caras e com baixo rendimento, como Gabigol, que "deixou de jogar no Flamengo, não jogou no Cruzeiro e é reserva no Santos", um cenário preocupante para quem almeja tranquilidade na temporada.
*Texto gerado por IA e revisado pela equipe band.com.br
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