
Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo
Pablo Jacob/Governo do Estado de SP
Segundo Tarcísio, o leilão conta com a participação de dois grandes grupos investidores, o que garante competitividade e, na avaliação do governador, aumenta a segurança de que o projeto será executado com qualidade.
A proposta prevê concentrar servidores atualmente distribuídos em cerca de 40 prédios diferentes em um único complexo administrativo. A medida, de acordo com o governo, permitirá economia anual de recursos e otimização de espaços, além de reforçar a presença institucional do Estado no centro da capital.
O governador classificou a iniciativa como a maior intervenção urbanística na região desde a requalificação do Vale do Anhangabaú. O cronograma prevê que 2026 seja dedicado às etapas de desapropriação e elaboração do projeto executivo, com início das obras em 2027.
O contrato estabelece prazo de cinco anos para execução e entrega das estruturas, que devem incluir dez torres administrativas. Ainda assim, o governo trabalha com a meta de concluir o projeto até 2030.
O empreendimento faz parte de um pacote mais amplo de revitalização do centro histórico. Entre as ações previstas estão a criação do Boulevard da Cultura, conectando a Sala São Paulo à Praça Júlio Prestes, além de intervenções na região da Luz, implantação do Parque do Moinho, instalação de um hub de inovação tecnológica e melhorias na mobilidade urbana.
O projeto também prevê a implantação de um VLT integrado às linhas metropolitanas da CPTM, com o objetivo de facilitar a circulação de moradores e trabalhadores pela região central.
Para o governador, o conjunto de ações representa “uma grande revolução urbana” e faz parte do esforço de resgatar o centro histórico e devolver a região à população.
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