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Tarifa de Trump ao Brasil ameaça indústria e empregos em São Paulo, diz especialista

Emanuel Pessoa alerta para impacto das novas tarifas americanas sobre empregos e produção industrial

Da redação
DA REDAÇÃO

11/07/2025 • 12:09 • Atualizado em 11/07/2025 • 12:09

Resumo

Tarifas anunciadas por Donald Trump podem afetar gravemente a indústria brasileira a partir de 1º de agosto, segundo o especialista Emanuel Pessoa;

Principais produtos afetados incluem aviões da Embraer, com São Paulo sendo o estado mais impactado devido à sua concentração industrial;

Taxas podem causar um efeito negativo no mercado de trabalho industrial, que oferece salários mais altos, impactando negativamente o nível de emprego.

As tarifas anunciadas pelo ex-presidente dos Estados Unidos e atual candidato à presidência, Donald Trump, contra produtos brasileiros devem atingir em cheio a indústria nacional, caso entrem em vigor a partir de 1º de agosto. A avaliação é do especialista em direito econômico Emanuel Pessoa, que participou do Jornal Gente, da Rádio Bandeirantes, nesta sexta-feira (11).

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Entre os principais produtos industriais afetados estão os aviões da Embraer, cujo mercado americano é um dos maiores consumidores. Com as tarifas impostas por Trump, haverá impacto imediato sobre a produção industrial, afetando principalmente o estado de São Paulo, que concentra grande parte da indústria nacional. “São Paulo vai ser afetado de forma desproporcional”, destacou Pessoa.

O especialista alertou ainda para os desdobramentos no mercado de trabalho, uma vez que os empregos no setor industrial tendem a oferecer salários mais elevados do que os do setor agrícola. “O agronegócio tem papel importante nas contas públicas, mas é a indústria que paga melhor ao trabalhador. Então o efeito será muito forte no nível de emprego, em cascata”, disse.

Segundo Pessoa, os Estados Unidos são hoje o principal destino das exportações industriais brasileiras. Apesar de a China representar o maior parceiro comercial em termos gerais, grande parte das exportações brasileiras ao país asiático é composta por produtos de baixo valor agregado, como soja, minério de ferro e petróleo bruto.

“Se excluirmos esses itens, o volume exportado à China é muito pequeno, especialmente quando comparado ao que é enviado aos Estados Unidos”, explicou o especialista.

Texto gerado por inteligência artificial e revisado pela redação de Band.com.br.

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