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Trump diz que segue insatisfeito com acordo e ameaça retomar ataques ao Irã

Presidente americano voltou a endurecer o discurso após novos confrontos envolvendo Estados Unidos e Irã.

Por Redação
REDAÇÃO

28/05/2026 • 09:21 • Atualizado em 28/05/2026 • 09:21

O presidente americano Donald Trump afirmou que continua insatisfeito com as negociações envolvendo o Irã e ameaçou retomar ataques contra o país em meio à escalada de tensão no Oriente Médio.

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Os Estados Unidos voltaram a atacar alvos iranianos após ações envolvendo drones próximos ao Estreito de Hormuz.

Oficiais americanos afirmaram que a ação teve caráter defensivo. As forças dos Estados Unidos derrubaram quatro drones considerados ameaças à região e atingiram bases de lançamento em território iraniano.

Tensão cresce no Estreito de Hormuz

A tensão aumentou após o Irã atacar quatro navios que tentavam atravessar o Estreito de Hormuz sem autorização da Guarda Revolucionária iraniana.

Os Estados Unidos e outros países não reconhecem qualquer controle iraniano sobre as águas internacionais do Golfo Pérsico.

Em resposta às ações americanas, o Irã atacou bases militares dos Estados Unidos no Kuwait.

Trump ameaça ampliar ofensiva

Durante o comentário de Sonia Blota, no Jornal Gente, foi destacado que Trump alertou Omã, aliado histórico dos Estados Unidos, para que o país se afaste das negociações com o Irã sobre o controle do Estreito de Hormuz.

Segundo o relato, o presidente americano indicou que o país pode sofrer ataques caso mantenha interlocução com Teerã sobre a região estratégica.

Trump também declarou que talvez precise “terminar o trabalho do Irã”, aumentando o temor internacional sobre uma possível ampliação do conflito.

Israel intensifica ataques no Líbano

Enquanto Estados Unidos e Irã ampliam a tensão regional, Israel intensificou os bombardeios no sul do Líbano.

Desde o fim de semana, mais de 550 alvos foram atingidos. Na cidade de Tiro, um ataque deixou 11 mortos, entre eles duas crianças.

Segundo os dados apresentados, o conflito já provocou mais de 3.200 mortes e cerca de 1,2 milhão de deslocados no território libanês.

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