
Donald Trump, presidente dos EUA
@WEF
A Venezuela solta presos políticos em uma nova rodada de libertações anunciada neste domingo, incluindo nomes de destaque da oposição, como o ex-deputado Juan Pablo Guanipa. As solturas fazem parte de um processo conduzido pelo governo venezuelano e são interpretadas como um gesto de maior alinhamento aos Estados Unidos, após a ruptura diplomática entre Washington e o governo de Nicolás Maduro.
A libertação de presos políticos na Venezuela ocorre em meio a negociações internacionais e a sinais de mudança na relação entre Caracas e o governo americano. O movimento é visto como um passo relevante no cenário político do país e na tentativa de reduzir o isolamento internacional imposto nos últimos anos.
No cenário internacional, os Estados Unidos impõem prazo para a paz entre Rússia e Ucrânia. O governo de Donald Trump anunciou que Moscou e Kiev têm até o mês de junho para chegar a um acordo que encerre o conflito, que já dura quase quatro anos. Washington propõe uma nova rodada de negociações em território americano, com a participação da Ucrânia.
A iniciativa ocorre após dois dias de conversas em Abu Dhabi, que não resultaram em um acordo final. Segundo o governo americano, a definição de um prazo busca acelerar as negociações e produzir avanços concretos para o fim da guerra no Leste Europeu.
As duas movimentações refletem mudanças importantes na política externa dos Estados Unidos e seus impactos diretos em crises internacionais envolvendo a Venezuela, a Rússia e a Ucrânia.
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