Durante as comemorações dos 178 anos de Rio Verde, cidade localizada na região sudoeste de Goiás, as abóboras gigantes ganham destaque especial na decoração da cidade. O cultivo dos frutos, realizado em uma lavoura de seis hectares em Montevidiu, envolve cuidados diários e uma equipe de mais de 20 pessoas, número que pode aumentar durante a colheita.
Neste ano, foram cultivadas quatro variedades de abóboras ornamentais, sendo que a maior delas pode atingir entre 60 e 90 quilos. Os frutos foram desenvolvidos exclusivamente para compor a decoração dos principais pontos da cidade e dos distritos no aniversário do município, celebrado em 5 de agosto.
O processo de cultivo é minucioso e acompanhado de perto por um agrônomo, que monitora todas as etapas do desenvolvimento para garantir a qualidade visual das abóboras. O objetivo principal é apresentar frutos bonitos e coloridos, que reforcem a tradição e a identidade cultural da comunidade. "Cada fase dela é uma expectativa aí para entregar um fruto aí cada vez mais bonito, um fruto cada vez maior", afirma o agrônomo responsável pelo acompanhamento das lavouras.
A expectativa pelo resultado final é grande. Os detalhes do acabamento, especialmente da casca, são essenciais para garantir a beleza das abóboras que irão decorar a cidade.
As abóboras gigantes se tornaram símbolo cultural de Rio Verde. No entanto, apesar de chamarem a atenção pela aparência, elas não são próprias para o consumo. "Por mais bonitas que sejam, essas abóboras não são comestíveis, estão desenvolvidas e são posicionadas para ornamentação, enfeite", alerta o agrônomo. Ele reforça que o uso inadequado pode causar problemas gastrointestinais e orienta: "Pode admirar, fotografar e até fazer selfie, mas nada de levar para a panela."
Assim, as abóboras gigantes seguem como destaque das festividades, celebrando a tradição agrícola e a criatividade dos moradores de Rio Verde, sem abrir mão dos cuidados necessários para garantir a segurança da população.
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