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Chuvas quintuplicam a vazão de água das Cataratas de Iguaçu

No Paraná, as cataratas atraem turistas pela exuberância das quedas d'agua e movimentam a economia; frio é intenso na região

Da redação
DA REDAÇÃO

09/07/2026 • 10:21 • Atualizado em 09/07/2026 • 14:27

O volume das águas nas Cataratas do Iguaçu impressionou turistas nesta semana. Chuvas intensas no Paraná elevaram a vazão das quedas para mais de 7 milhões de litros por segundo, quase cinco vezes acima da média registrada no local. O fenômeno, segundo visitantes, deixou a paisagem ainda mais exuberante e atraiu um grande número de pessoas ao Parque Nacional do Iguaçu, na fronteira entre Brasil e Argentina.

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Uma turista carioca, que visitava as cataratas pela quarta vez, relatou surpresa com as condições climáticas. “Minha mão está congelando”, afirmou ao destacar o frio intenso próximo às quedas. “Não esperava que fosse todo esse frio, mas como marquei antes, com antecedência, tem que encarar, mas a beleza compensa.”

A vazão das cataratas normalmente gira em torno de 1,5 milhão de litros por segundo, mas o volume elevado registrado nos últimos dias foi responsável por transformar o cenário. O espetáculo das águas, aliado à neblina formada pela queda e ao barulho intenso, foi elogiado por visitantes, que ressaltaram a emoção diante da grandiosidade da natureza.

Mesmo com as condições adversas, as principais atrações do parque, como a passarela de acesso às quedas e o tradicional passeio do Macuco, seguem funcionando normalmente. A presença de turistas tem sido constante, independentemente do clima. “É tudo válido, não é? Muito bonito. É o que deixa todo mundo emocionado. Então trouxe minha família. Está todo mundo muito feliz, mesmo com esse frio.”

Os visitantes destacam ainda a vontade de retornar para novas experiências. “Eu pretendo voltar agora no verão pra poder ter uma outra experiência”, declarou a turista carioca. Segundo relatos, as cataratas mantêm seu encanto durante o ano todo, seja com chuva, frio ou sol.

A vazão das quedas começou a diminuir gradativamente, desde a última sexta-feira (3), chegando a cerca de 4,9 milhões de litros por segundo. Apesar da redução, o espetáculo das águas e o banho nas cataratas continuam garantidos para quem visita um dos principais cartões-postais do Brasil.