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Quem é a mulher baleada em execução em Almirante Tamandaré

Pelo menos quatro estavam armados e dois eram pilotos de fuga

Da redação
DA REDAÇÃO

10/03/2026 • 18:27 • Atualizado em 10/03/2026 • 18:27

A mulher identificada como Ana Paula da Rocha Alfredo é a outra pessoa baleada na execução de pai e filho em frente a um mercado em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Depois de ser atingida, a mulher recebeu atendimento de helicóptero e foi levada para um hospital em Curitiba. Ela segue internada em um hospital da capital.

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Segundo a apuração, Ana Paula era companheira de Nixon dos Santos Benites. Anteriormente informamos que ela, mesmo baleada, tentou impedir a fuga ao segurar um dos veículos usados pelo grupo armado logo após os disparos. No entanto, quem aparece nas imagens é a mulher grávida, que estava no carro e escapou ilesa dos mais de 100 disparos.

As imagens indicam que ao menos seis pessoas participaram da ação criminosa. Pelo menos quatro estavam armadas e dois atuaram como pilotos de fuga, aguardando dentro dos carros durante o ataque.

Ana Paula já havia sofrido outra tentativa de homicídio

A mesma Ana Paula da Rocha Alfredo já tinha sido alvo de tentativa de homicídio. O caso anterior ocorreu na madrugada de 8 de junho de 2025, quando ela foi atingida por disparos de arma de fogo ao chegar ao condomínio onde morava, no bairro Fanny, em Curitiba.

Naquela ocasião, ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital do Trabalhador. Ela sobreviveu ao atentado e, agora, volta a aparecer ferida em um ataque armado, desta vez em Almirante Tamandaré.

Entenda o ataque em frente ao mercado

Novas imagens de câmeras de segurança mostram como foi a execução de pai e filho em frente ao mercado em Almirante Tamandaré. Os registros flagram o momento em que o grupo armado cerca as vítimas.

De acordo com esses registros, os criminosos armaram uma tocaia e esperaram o instante em que as vítimas deixavam o estabelecimento após fazer compras. O ataque acontece na calçada, diante do mercado.

A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de que se trata de uma execução ligada a disputa entre facções criminosas. Até o momento, ninguém foi preso.

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