
Lua cheia
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A lua cheia desta segunda-feira (29), a primeira do inverno, é popularmente chamada de Lua de Morango no Hemisfério Norte. Mas o motivo, como se pode imaginar, não é por apresentar uma coloração rosada ou avermelhada, e sim porque marca o início da colheita de frutas silvestres no norte do planeta.
O Prof. de Física e Astronomia da Univap, Dr. Alexandre Soares, explica que trata-se de um termo sem significado científico e ‘importado’ dos povos originários do hemisfério norte.
Para antigas tribos americanas e povos europeus, cada lua cheia recebia um nome geralmente associado a eventos naturais. A chamada Lua de Morango marca, para os indígenas norte-americanos, o início da época da colheita de morangos silvestres. Mas ela não tem nenhuma diferença de aparência em relação às outras luas cheias do ano, explica o professor.
Segundo o Inmet, Instituto Nacional de Meteorologia , a lua do dia 29 de junho atingirá seu ápice às 20h58; é a sétima das 13 luas cheias que teremos em 2026.
Será possível ver a lua cheia a olho nu desde que o céu não esteja nublado. No Hemisfério Sul, devido ao inverno, a lua estará em sue ponto mais distante da Terra, e ligeiramente menor que as outras luas cheias, apesar de a diferença não poder ser notada a olho nu.
O professor Alexandre conta que, para os astrônomos, não existe diferença nas luas que justifiquem os nomes populares. As próximas luas, e seus nomes populares, acontecem nos dias:
- 28 de agosto: Lua do Esturjão
- 26 de setembro: Lua da Colheita
- 26 de outubro: Lua do Caçador
- 24 de novembro: Lua do Castor
- 23 de dezembro: Lua Fria
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