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Três novos casos de gripe aviária são registrados no Parque do Ibirapuera, Zona Sul de SP

Segundo o Governo não há risco de contaminação humana ou de outras aves

REBEKA HOLANDA*

05/07/2025 • 13:06 • Atualizado em 05/07/2025 • 13:06

Irerês identificados com o vírus não vivem no Parque do Ibirapuera

Irerês identificados com o vírus não vivem no Parque do Ibirapuera

Reprodução/Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo confirmou nesta sexta (4) novos casos de gripe aviária em três aves silvestres do Parque do Ibirapuera, na Zona Sul da capital.

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O vírus foi encontrado em aves Irerês, uma espécie de ‘marreco’ originário da África Tropical, Antilhas e América do Sul. Até o momento nenhum humano foi afetado pela doença e o governo de São Paulo afirma que ‘não há risco à população e nem impacto na produção avícola, e que o consumo de carne de aves e ovos é seguro’.

Em nota, Tarcísio de Freitas afirmou que as aves não moram no parque, desse modo não há necessidade de isolamento do local visto que não há criadouro de aves existentes em um raio de 10 quilômetros do Parque do Ibirapuera, conforme averiguação feita pela Defesa Agropecuária.

O Instituto Butantã foi autorizado pela Anvisa nesta terça (01) a iniciar os testes em seres humanos após uma rodada de testes em animais sobre a primeira vacina brasileira contra a gripe aviária. O estudo clínico ainda aguarda a liberação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa para de fato, começar.

Embora, os casos sejam raros e transmitidos apenas pelo contato com a ave contaminada, viva ou morta, em caso de contágio são perigosos pelo potencial de mutação do vírus.

*Sob supervisão de Michelle Trombelli

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