
José Cruz/Agência Brasil
Resumo
Os preços médios do etanol hidratado apresentaram queda em 12 Estados e no Distrito Federal, alta em nove Estados e estabilidade em quatro, segundo dados da ANP compilados pelo AE-Taxas, com ausência de registro no Amapá.
A média nacional do etanol permaneceu estável em R$ 4,69 por litro, destacando São Paulo com queda de 0,66%, Goiás com aumento de 11,39% e Amazonas com redução de 2,55%, além de variações entre R$ 3,49 em São Paulo e R$ 6,59 no Rio Grande do Sul.
A competitividade do etanol frente à gasolina foi considerada vantajosa em apenas quatro Estados, com paridade nacional de 69,48%, e especialistas apontam que o biocombustível pode ser competitivo dependendo do modelo de veículo mesmo com paridade acima de 70%.
Os preços médios do etanol hidratado recuaram em 12 Estados e no Distrito Federal na semana encerrada em 18 de abril, enquanto avançaram em nove unidades da federação e permaneceram estáveis em outras quatro. No Amapá, não houve registro de preços. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.
Na média nacional, o valor do etanol ficou estável em R$ 4,69 por litro nos postos pesquisados. Em São Paulo, principal polo de produção e consumo, houve queda de 0,66%, com o litro a R$ 4,49. A maior alta percentual foi registrada em Goiás, onde o preço subiu 11,39%, passando de R$ 4,39 para R$ 4,89. Já a maior redução ocorreu no Amazonas, com recuo de 2,55%, de R$ 5,50 para R$ 5,36 por litro.
O menor preço encontrado no período foi de R$ 3,49 por litro, em São Paulo, enquanto o maior chegou a R$ 6,59 no Rio Grande do Sul. Entre as médias estaduais, Mato Grosso do Sul apresentou o menor valor, de R$ 4,42 por litro, e Pernambuco, o maior, de R$ 5,69.
Competitividade
Na semana analisada, o etanol foi mais vantajoso que a gasolina em apenas quatro Estados. Considerando a média nacional, o biocombustível apresentou paridade de 69,48% em relação à gasolina — nível considerado favorável frente ao derivado do petróleo.
Os menores índices foram registrados em Mato Grosso (67,89%), Mato Grosso do Sul (67,69%), Paraná (69,51%) e São Paulo (67,42%). Especialistas do setor ressaltam que, dependendo do modelo do veículo, o etanol pode manter competitividade mesmo quando a paridade ultrapassa 70%.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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