
Senna e Galisteu
Reprodução/ Instagram @galisteuoficial
Adriane Galisteu fez uma homenagem emocionante a Ayrton Senna nesta sexta-feira (1), data que marca os 32 anos da morte do piloto. Nas redes sociais, ela compartilhou um registro antigo ao lado do ex-companheiro, além de divulgar o documentário da HBO sobre o relacionamento.
"1º de maio. 32 anos sem Ayrton — e ainda assim, tão presente. Uma ausência que o tempo não apaga, só transforma em saudade… Pra quem também sente falta, dá pra matar um pouco dela em “Meu Ayrton”, disponível na HBO Max feito com amor sobre o amor! ", escreveu na legenda.
Senna morreu em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, após um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino, na Itália, e até hoje é lembrado como um dos maiores ídolos da história do esporte brasileiro.
Adriane Galisteu e Ayrton Senna
A apresentadora, ainda uma jovem modelo em início de carreira, namorou o ídolo da Fórmula 1 por um ano e meio, de 1993 até a fatídica morte de Ayrton Senna em 1º de maio de 1994 em Ímola. "Conheci o Ayrton num momento muito difícil da minha vida, meu irmão estava com muitos problemas com droga. Eu nunca imaginei que esse homem poderia estar me dando algum tipo de bola. Ele podia ter a mulher que quisesse", disse em entrevista ao Show Business, da Band.
Apaixonado, Senna foi até a casa da família de Galisteu no bairro da Lapa, em São Paulo, conhecer a mãe da apresentadora e pedir permissão para namorá-la pouco tempo após o primeiro contato. Oficializado o namoro, Adriane abandonou a carreira promissora como modelo para acompanhar Ayrton Senna pelo mundo. Ela tinha como meta morar em Hong Kong, com o agente Sérgio Fineto, para modelar, mas desistiu para viver o romance com o ídolo brasileiro.
"Eu ia trabalhar mais um mês no Brasil e viajar para lá. Quando conheci ele [Senna], falei que ia, ele pediu pra ficar. Aí eu esqueci Hong Kong, esqueci modelo, esqueci tudo", contou em entrevista à Marília Gabriela, em 1994.
Jornalistas que cobriam Fórmula 1 lembram do relacionamento de Senna e Adriane com carinho. "Eu notei uma diferença muito grande no comportamento do Senna desde que passou a namorar a Adriane. Ele se humanizou muito, passou a tratar as pessoas diferente, virou uma pessoa mais tranquila, serena. Viveu a melhor fase profissionalmente ao lado dela", disse o jornalista Flávio Gomes, especialista em Fórmula 1 e que cobriu toda a carreira do piloto.
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