
Pedro Sampaio
Divulgação/ Steff Lima
Pedro Sampaio entregou uma apresentação fora do convencional no palco do The Town, misturando elementos de DJ set, vocais ao vivo e coreografias intensas em um espetáculo descrito pelo próprio artista como “caótico”. Longe de ser uma crítica, o caos é, para Sampaio, a essência da sua arte — e foi exatamente esse o conceito que guiou a superprodução apresentada no festival.
"Minha arte é caótica, meus shows são caóticos", declarou o artista em entrevista exclusiva. “Eu sou um dos artistas mais procurados no carnaval, que é um momento muito caótico brasileiro. E o conceito foi trazer todo esse caos, essa energia caótica brasileira pra cima do palco do The Town.”
A performance, marcada por luzes intensas, projeções tecnológicas e uma presença cênica marcante, também teve no corpo de baile um elemento essencial para materializar essa ideia de caos organizado. "Brinco falando que o balé hoje é mais famoso do que o próprio Pedro Sampaio. Eles têm muita personalidade, são agentes do caos junto comigo.”
Além da proposta estética ousada, o show representou um dos maiores investimentos da carreira do artista.
É um dos shows mais caros da minha carreira, de fato. Minha força está em cima do palco, então, estrategicamente, faz sentido investir ali. Todo o dinheiro que entra é reinvestido na minha própria carreira.
A aposta alta acompanha o crescimento do artista, que tem ganhado cada vez mais espaço no mercado musical. Para ele, o sucesso não está apenas na popularidade, mas no amadurecimento artístico. “Acho que é um crescimento interno, de autopercepção, de experiência. Continuo fazendo rodeios, festas de 15 anos, festivais… Minha música atinge todo tipo de público e eu quero estar próximo desse público, sempre.”

