Resumo
A influenciadora Gracyanne Barbosa desfilou pela Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, após passar por cirurgia no joelho, adaptando o figurino e usando tênis para participar do evento.
Agradecimento ao apoio de profissionais, familiares, amigos e da escola União da Ilha foi destacado por Gracyanne, que celebrou a superação e a oportunidade de voltar ao desfile, mesmo diante das limitações impostas pela lesão.
Superação da ruptura de tendão, incentivo da comunidade da escola e presença na avenida, mesmo com restrição de movimentos, marcaram a participação da influenciadora, que priorizou representar a escola e celebrar sua recuperação.
A influenciadora Gracyanne Barbosa viveu um momento de superação na madrugada deste sábado (14) ao desfilar pela Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Após passar por uma cirurgia no joelho no fim do ano passado, a musa precisou adaptar o figurino e cruzou a avenida usando tênis, mas não escondeu a emoção por conseguir participar do desfile.
Em relato publicado após a apresentação, Gracyanne celebrou a recuperação e agradeceu o apoio recebido durante o processo. “Emocionada por ter conseguido desfilar com o coração transbordando gratidão! Obrigada a todos que fizeram esse momento especial acontecer: os profissionais que me acompanham, minha família, amigos, minha família União da Ilha e a vocês, que torceram pela minha recuperação. Até uns dias atrás, desfilar parecia impossível e hoje posso dizer: eu consegui”, escreveu.
A influenciadora sofreu uma ruptura de tendão há cerca de quatro meses, o que a levou a uma cirurgia no joelho e a um período intenso de recuperação. Mesmo ainda dentro do prazo médico estimado para o processo completo, ela decidiu entrar na avenida com algumas limitações. “Queria botar aquele saltão. Queria sambar muito. Mas estou muito feliz”, afirmou.
Segundo Gracyanne, o carinho da comunidade da escola foi decisivo para que ela mantivesse o compromisso com o desfile. Ela contou que chegou a considerar a ausência por causa da lesão, mas recebeu incentivo da diretoria, da bateria e dos integrantes da agremiação. “Fui muito abraçada pela escola. Eu falei: ‘não vou conseguir desfilar’. Mas toda a comunidade falou: ‘você vem, nem que seja de cadeira de rodas’”, declarou.
Mesmo reduzindo o ritmo do samba para preservar a recuperação, a musa destacou que o principal objetivo era estar presente e representar a escola na avenida. “Vou sambar menos do que gostaria, mas com certeza meu coração está completamente aqui”, disse.
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