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Maíra Cardi atualiza estado de saúde da filha, que trata bronquiolite

Eloáh, bebê da Influenciadora, foi internada nos Estados Unidos para cuidar da doença

Da redação
DA REDAÇÃO

04/05/2026 • 08:21 • Atualizado em 04/05/2026 • 08:21

Maíra Cardi com a filha Eloáh

Maíra Cardi com a filha Eloáh

Reprodução/TikTok

Maíra Cardi voltou às redes sociais para atualizar o estado de saúde da filha, Eloáh, de seis meses, que trata uma bronquiolite. A menina chegou a ser internada nos Estados Unidos, mas, segundo a influenciadora, ela já apresenta melhora.

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"Ela tá boa, gente! Ela não tá muito 100%, mas ela tá muito melhor”, disse Maíra em um vídeo publicado no domingo (3). A influenciadora contou que ela segue se recuperando e que ainda tem chiado no peito e cansaço, mas consegue se alimentar normalmente.

No relato, Maíra contou que usava máscara para prevenir a filha de se contaminar, já que o marido, Thiago Nigro, está gripado. “Eu não fico perto dela sem máscara, porque acho muito arriscado”, afirmou.

Ela ainda contou que a bronquiolite fez a filha perder peso. "Ela emagreceu, tá bem mais magrinha. As roupinhas estão largas. Mas ela voltou a comer, graças a Deus”, contou. A influenciadora agora mantém uma rotina mais reclusa e não chegou a sair para passeios nos Estados Unidos.

O que é bronquiolite?

A bronquiolite viral aguda é uma infecção respiratória que atinge os bronquíolos, as menores vias aéreas dos pulmões. A inflamação dessas estruturas dificulta a passagem de ar, podendo levar à falta de ar e ao chiado no peito.

De acordo com o Ministério da Saúde, o principal causador da doença é o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsável por até 80% dos casos. Outros vírus, como influenza, adenovírus e rinovírus, também podem provocar o quadro.

A doença é mais comum em crianças menores de dois anos — sobretudo bebês com menos de seis meses, como é o caso de Eloáh.

Sintomas: começa como resfriado, mas pode piorar

Nos primeiros dias, a bronquiolite pode parecer um resfriado comum. Os sinais iniciais incluem:

  • coriza
  • tosse
  • obstrução nasal
  • febre leve

Segundo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o quadro costuma piorar entre o 4º e o 6º dia, podendo evoluir para:

  • respiração rápida ou difícil
  • chiado no peito
  • dificuldade para mamar ou se alimentar
  • cansaço excessivo
  • lábios arroxeados (em casos mais graves)

Esses são sinais de alerta que exigem avaliação médica imediata.

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