
Marisa Orth quando esteve na Band
Renato Pizzutto/Band
Resumo
Atriz Marisa Orth relembrou um perrengue que passou ao ficar presa em um elevador. Ela contou que ficou no elevador por horas por uma falha do porteiro, que foi demitido;
A artista avalia que poderia ser uma boa síndica por ser mediadora e democrática, apesar de reconhecer que a função demanda muito trabalho. Ela contrasta a vida real de síndica com seus papéis de comédia em televisão, destacando as dificuldades do trabalho real em comparação com a atuação;
Orth esteve no Superlógica Next 2025, organizado pelo Grupo Superlógica, que focou na tecnologia e inovação para o setor de moradia, reunindo especialistas para discutir inteligência artificial, gestão financeira e tendências do mercado.
A atriz Marisa Orth, que fez sucesso em "Sai de Baixo" e "Toma Lá, Dá Cá", também viveu histórias dignas das séries de sucesso, que tinham o condomínio como pano de fundo das desventuras de Magda e Rita. No fechamento do Superlógica Next, evento do setor de moradia organizado pelo Grupo Superlógica, Marisa Orth relembrou um perrengue que passou em um condomínio e, ao Band.com.br, avaliou que seria uma boa síndica, mas não como Dona Álvara.
"Eu poderia ser síndica, sim, sou bastante mediadora, tenho ascendente em libra, posso ser uma boa síndica", conta. Para ela, a vida de síndica é boa, o problema é que é muito trabalho. "Eu levo de boa, acho que sou mandona, o que é bom também para ser síndica. Tem que resolver as coisas, mas tenho uma natureza democrática", avalia.
Durante o evento, Orth contou um perrengue que terminou com a demissão do porteiro do condomínio em que trabalhava. A atriz conta que ao chegar de um trabalho de madrugada, ficou presa no elevador. "Um frio e, sempre que se chega em casa, dá aquele xixizinho né? Aquela vontade. E o botão de emergência não funcionava, eu berrava e o porteiro não atendia, estava dormindo, trabalhava em dois turnos, o coitado", relembra.
"O frio era tanto, que abri a carteira, tirei um dinheiro que tinha e estiquei as notas no chão, para sentar no quentinho. E eu queria fazer xixi, pensei: 'quando abrirem, vou estar inteiramente mijada e é isso, vou mijar ao redor do dinheiro, f*da-se, entendeu?'", brincou.
Apesar do desespero, Orth contou que um vizinho que treinava de manhã acordou e abriu o elevador. "Graças a Deus o maluco que treinava às 5h30 da manhã achou estranho o elevador estar parado, abriu e quando abriu a porta eu pulei que nem gato selvagem, entrei na casa do vizinho que nem conhecia, fiz xixi no banheiro dele", relembrou.
Depois do perrengue, Orth relatou que o porteiro foi demitido. "Foi difícil, tivemos que demitir o porteiro por justa causa e foi terrível, porque ele estava lascado de grana. Mas é isso, um momento difícil da vida em condomínio, porque imagina se eu fosse uma idosa de 70 anos, uma grávida?", questionou.
Gerenciar um condomínio ou decorar um texto?
Ter o trabalho da Dona Álvara de "Toma Lá Da Cá" pode parecer fácil nas telas, mas, para Marisa Orth, é mais difícil que atuar. "Vida real é sempre mais difícil que a virtual, que todos ensaiam, tem direção. Ah se a vida fosse assim, digo sempre que a vida real é uma avacalhação, ninguém ensaia, acerta o figurino, o texto", afirma.
É um entra e sai, os desafios de cidadão são os maiores que temos na vida, mais que na profissão - Marisa Orth.
Marisa Orth no Superlógica Next
A atriz esteve presente no palco da edição 2025 do Superlógica Next, organizado pelo Grupo Superlógica, que traz soluções tecnológicas e financeiras para o mercado do morar e voltado para administradoras de condomínios, síndicos profissionais e imobiliárias.
O encontro reuniu, além da atriz, nomes nacionais e internacionais para debater temas relacionados à inteligência artificial, inovação, transformação digital, gestão financeira e tendências para profissionais do setor.

