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'Discurso feminista não funciona para Monique Medeiros', diz Chris Flores

Apresentadora do Melhor da Tarde lamentou decisão da Justiça que perdoou mãe de Henry Borel, morto aos quatro anos

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08/06/2026 • 15:23 • Atualizado em 08/06/2026 • 16:50

Chris Flores voltou a criticar a decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, que deu o perdão judicial para Monique Medeiros, mãe do pequeno Henry Borel. Durante o Melhor da Tarde, a apresentadora afirmou que o discurso feminista não cabe para a mãe, que foi perdoada por homicídio culposo.

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"Como eu disse e repito, o discurso sobre patriarcado, sobre feminismo, sobre a força da mulher, é perfeito, mas não para ela. Não para ela. Não para esta pessoa que permitiu que o filho morresse", afirmou Chris Flores. Ela afirmou que a decisão da magistrada é inaceitável. "Ela [Monique Medeiros] sabia o que estava acontecendo, ela foi conivente, ela pode não ter colocado a mão no próprio filho, mas ela deixou uma mão bater", pontuou Chris.

A apresentadora voltou a listar os motivos que apontam que Monique Medeiros sabia e era conivente com as agressões cometidas por Doutor Jairinho e que ele, que foi condenado por matar Henry Borel, proporcionava uma vida boa em troca de poder agredir a criança.

"A gente vê que era uma pessoa que sim se relacionava com mulheres com filhos, porque queria agredir crianças, ok? Essa é a grande verdade. Agora, era uma pessoa que proporcionava uma boa vida a Monique", afirmou Chris, que listou:

"Ela podia ir no cabeleireiro, ela podia ter bolsa de marca, como a gente viu nas imagens. Podia passear no shopping. Só que o preço, qual era? A violência contra o próprio filho dela. É a pessoa que, como a gente vê no elevador, com o filho desfalecido nos braços, não toma nenhuma atitude. É como se nada estivesse acontecendo, como se ela estivesse com um boneco nos braços", disse.

Perdão judicial para Monique Medeiros

Monique Medeiros, teve a acusação de homicídio doloso desclassificada para homicídio culposo. Com a mudança de entendimento, a decisão passou às mãos da juíza Elisabeth Machado Louro, que concedeu perdão judicial. Monique, no entanto, foi condenada por omissão diante das torturas sofridas pelo filho. Ela foi condenada a 1 ano e 4 meses em regime aberto.

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