Melhor da Tarde

Sócios de Virginia Fonseca na WePink são investigados pela polícia

Ação apura suspeita de repasses de facção criminosa para antiga marca com ciência dos empresários Samara Martins e Thiago Stabile

Da redação
DA REDAÇÃO

30/07/2026 • 16:45 • Atualizado em 30/07/2026 • 16:46

Uma nova investigação instaurada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público apura a suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo os sócios da marca WePink, empresa associada à influenciadora Virginia Fonseca. A apuração foca em movimentações financeiras ligadas a uma antiga sócia acusada de integrar o Primeiro Comando da Capital (PCC).

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A informação foi detalhada ao vivo por Janaina Nunes durante o Melhor da Tarde desta quinta-feira (30). Segundo a repórter, o inquérito analisa transações financeiras que teriam beneficiado a estrutura empresarial antes da transição da antiga marca Pink Lash para a atual WePink.

Os empresários Samara Martins e Thiago Stabile, que mantêm sociedade com a influenciadora na empresa de cosméticos, estão no centro das apurações conduzidas pelas autoridades policiais.

O caso ganhou novos desdobramentos a partir de uma reportagem publicada pela revista Piauí. Na publicação, uma empresária conhecida como "Japa do PCC", que acabou presa por ligação com o grupo criminoso, revelou detalhes sobre a constituição da Pink Lash.

De acordo com a entrevistada, Samara Martins e Thiago Stabile tinham pleno conhecimento sobre a procedência ilícita do capital injetado no negócio. As autoridades do Ministério Público e da polícia apuram a entrada de recursos de origem ilícita nas contas da empresa e a participação dos sócios no esquema.

Virginia Fonseca será investigada?

Janaina Nunes esclareceu ao público que Virginia Fonseca não integrava o quadro societário da antiga Pink Lash, ingressando no negócio apenas no momento da reformulação do empreendimento, quando a marca passou a se chamar WePink.

Registros da época, no entanto, mostram a influenciadora ao lado da Japa do PCC durante eventos promocionais da antiga empresa. Leo Dias e Janaina Nunes ressaltaram no programa que o processo investigativo ainda está em fase inicial e passará por novas etapas de apuração nos próximos dias.

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