Pesadelo na Cozinha

Diretor do Pesadelo abre o jogo sobre 5ª temporada: “Gravar e improvisar”

Diretor revelou desafios das gravações fora de São Paulo e a rotina intensa da equipe

Michelly Marques
MICHELLY MARQUES

09/02/2026 • 20:23 • Atualizado em 09/02/2026 • 20:23

Em coletiva de imprensa, diretor comentou bastidores, viagens e improvisos da temporada.

Em coletiva de imprensa, diretor comentou bastidores, viagens e improvisos da temporada.

Michelly Marques

Durante a coletiva de imprensa da quinta temporada do Pesadelo na Cozinha, o diretor Gabriel Hein falou abertamente sobre os bastidores das gravações e os perrengues enfrentados pela equipe ao longo da produção, principalmente nas viagens fora de São Paulo.

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Segundo ele, a temporada exigiu jogo de cintura o tempo todo. Com gravações em lugares pouco convencionais, como barracas de praia e restaurantes improvisados, muita coisa precisou ser resolvida na hora. “Era gravar e improvisar”, resumiu, ao explicar que, em alguns casos, a equipe nem sabia onde posicionar as câmeras ou como adaptar a estrutura do programa ao espaço disponível.

Apesar dos desafios, o diretor contou que o convívio intenso acabou aproximando todo mundo. “Chega um momento em que a equipe vira uma família. Quando a temporada está acabando, bate até um vazio, aquela sensação de ‘e agora?’”, comentou, descrevendo o clima de despedida que toma conta dos bastidores no fim das gravações.

Relação com Jacquin surpreendeu

Assumir a direção de um programa tão conhecido também trouxe insegurança no início, especialmente por trabalhar de perto com Erick Jacquin. Gabriel Hein admitiu que entrou no projeto cheio de receios. “Quando me chamaram, pensei que ia lidar com o Jacquin bravo todo dia”, contou, em tom bem-humorado.

A experiência, porém, foi bem diferente do esperado. “No começo fiquei mais na minha, mas ele é um cara de coração enorme. A relação fluiu, virou amizade. Foi uma surpresa muito boa”, revelou. Segundo o diretor, a convivência foi tão positiva que acabou quebrando qualquer expectativa negativa que ele tinha antes de começar o trabalho.

Mudança de comando e clima nos bastidores

A quinta temporada também marcou a troca no comando da direção, após quatro edições lideradas por outro diretor. Hein contou que o frio na barriga foi inevitável. “É um programa grande, todo mundo opina, todo mundo dá pitaco. Dá medo no começo”, confessou.

Com o início das gravações, no entanto, a confiança foi crescendo. “A gente foi se entrosando, virou um time muito unido e o resultado deixou todo mundo satisfeito”, disse. O antigo diretor continuou acompanhando a temporada e colaborou com sugestões. “Ele deu pitacos, sim, e foram super bem-vindos. Trouxe experiência do que já tinha funcionado, enquanto a gente testava coisas novas.”

O momento mais marcante

Para Gabriel Hein, o ponto alto do Pesadelo na Cozinha não está só nas reformas ou nas broncas do chef. “O mais gratificante é o final, quando a gente agradece, abraça os donos dos restaurantes. Eles ficam muito gratos e a gente também. Esse momento paga tudo”, afirmou.

A temporada termina em Foz do Iguaçu, com mais um desafio pela frente. “O último episódio também não foi simples. É um restaurante bem diferente do que já fizemos, mas a cidade é linda. A ideia foi aproveitar tudo: o restaurante, as cataratas e o cenário incrível”, finalizou.

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