Esporte na Band

Bap quer Flamengo "hegemônico" e comenta saída do Palmeiras da Libra

Presidente rubro-negro também falou sobre a possível criação de uma liga no futebol brasileiro

Da redação
DA REDAÇÃO

14/05/2026 • 20:22 • Atualizado em 14/05/2026 • 20:35

Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo

Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo

Gilvan de Souza/Flamengo

O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, participou da São Paulo Innovation Week nesta quinta-feira (14) e detalhou a estratégia para tornar o clube hegemônico no Brasil. Bap também não poupou palavras ao comentar a saída do Palmeiras da Libra.

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Com um faturamento recorde de R$ 2 bilhões em 2025, o Flamengo quer mais e deseja transformar o Brasileirão em uma das três maiores ligas do mundo.

A guerra da Libra e a saída do Palmeiras

Bap explicou a recente vitória judicial que garantiu R$ 150 milhões ao Flamengo. O dirigente reforçou que o clube não abriria mão de receber valores baseados em sua audiência histórica e engajamento no pay-per-view.

Sobre a saída do Palmeiras do bloco — que ocorreu logo após o acordo favorável ao Rubro-Negro —, Bap foi irônico ao minimizar qualquer rusga com Leila Pereira e deixou um aviso.

"Não tenho problema nenhum com a Leila. Mas alguém achar que vai fazer birra e eu vou tratar de maneira diferente, boa sorte... Os clubes permanecem, os dirigentes passam", disparou o mandatário.

Sonho da hegemonia

Após um 2025 avassalador, o Flamengo se consolidou financeiramente e, para Bap, o objetivo é estar sempre no topo.

"Penso nisso (hegemonia) desde sempre. É impossível controlar as variáveis. Ainda que você não chegue lá, é importante estar em uma posição relevante", afirmou o dirigente.

Bap ainda defendeu uma visão mais ampla para o futebol nacional, argumentando que os clubes precisam ampliar receitas e transformar o Brasileirão em vitrine mundial.

"Se a gente for mensurar a paixão do brasileiro e o que o futebol nacional movimenta, é pouco. Nós, como amantes, deveríamos nos preocupar em ser uma das três maiores ligas do mundo. Quando a maré cresce, todo mundo navega", comentou.

Crítica aos clubes

O dirigente criticou a postura de clubes que priorizam ganhos imediatos em vez da valorização do produto a longo prazo. "Precisamos valorizar a liga. Quem vende o almoço para pagar o jantar vai ter dificuldade para lidar com isso", completou, reforçando que a maré alta deve beneficiar a todos.