Todos os vencedores da Luva de Ouro na história das Copas
Prêmio ao melhor goleiro surgiu em 1994 e foi rebatizado em 2010; só oito jogadores ergueram a taça individual

O espanhol Unai Simón comemora após receber o prêmio Luva de Ouro na Copa do Mundo 2026
Dylan Martinez/Reuters
A Espanha teve diversos motivos para comemorar este domingo (19) nos Estados Unidos. Além do bicampeonato mundial, após a vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, teve seus jogadores com reconhecimentos individuais. Unai Simón, goleiro espanhol que atua pelo Athletic Bilbao, recebeu a luva de ouro, como o principal jogador de sua posição na competição.
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O prêmio oficial da Fifa para o melhor goleiro de cada Copa do Mundo existe desde 1994. Desde então, oito goleiros foram reconhecidos como os destaques de suas edições, do belga Michel Preud'homme, nos Estados Unidos, ao argentino Emiliano Martínez, no Catar. Relembre os melhores na história das Copas.
História do prêmio
A Fifa criou o troféu em 1994 com o nome de Prêmio Lev Yashin, em homenagem ao lendário goleiro soviético. Até então, a entidade só incluía arqueiros na seleção do torneio, sem uma distinção específica para a posição.
A partir da Copa de 2010, na África do Sul, a premiação passou a se chamar oficialmente Luva de Ouro (Golden Glove).
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O critério leva em conta desempenho individual, regularidade, importância para a campanha da equipe e decisões de especialistas e entidades ligadas ao futebol.
Todos os vencedores da Luva de Ouro
Veja, edição a edição, quem levou o prêmio e os números que sustentaram cada escolha:
- 1994 – Michel Preud'homme (Bélgica): Primeiro vencedor do troféu, atuou em 4 partidas, sofreu 4 gols e garantiu 2 jogos sem ser vazado, conduzindo a seleção às oitavas de final;
- 1998 – Fabien Barthez (França): Peça-chave no título em casa, disputou 7 jogos, levou apenas 2 gols em toda a campanha e acumulou 5 partidas sem sofrer gols;
- 2002 – Oliver Kahn (Alemanha): Único goleiro a receber também a Bola de Ouro de melhor jogador da Copa, foi vice-campeão com 3 gols sofridos em 7 partidas e 5 jogos sem ser vazado;
- 2006 – Gianluigi Buffon (Itália): Um dos pilares do tetracampeonato italiano, atuou em 7 jogos, sofreu só 2 gols e terminou 5 partidas sem buscar a bola no fundo das redes;
- 2010 – Iker Casillas (Espanha): Capitão do inédito título espanhol, repetiu os números de Buffon, com 2 gols sofridos em 7 jogos e 5 "clean sheets", além de defender um pênalti decisivo durante o torneio;
- 2014 – Manuel Neuer (Alemanha): Referência do tetracampeonato no Brasil, jogou 7 vezes, foi vazado em 4 oportunidades e saiu de campo sem levar gols em 4 partidas;
- 2018 – Thibaut Courtois (Bélgica): Destaque do histórico terceiro lugar, disputou 7 jogos, sofreu 6 gols e completou 3 partidas com a meta intacta na Rússia;
- 2022 – Emiliano Martínez (Argentina): Protagonista do tricampeonato argentino, atuou em 7 partidas, levou 8 gols, ficou 3 jogos sem ser vazado e ainda defendeu 3 cobranças de pênaltis em momentos decisivos.
- 2026 – Unai Simón (Espanha): O goleiro espanhol que atua pelo Athletic Bilbao foi o principal jogador de sua posição na competição. A Espanha sofreu apenas um gol em toda a Copa, na fase de quartas de final contra a Bélgica.
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