Resumo
A partida entre Brasil e Bolívia ocorrerá no Estádio de El Alto, a 4.100 metros de altitude, representando um desafio tanto pelo adversário quanto pelo ambiente adverso de frio e ar rarefeito.
O Brasil, já classificado e sob o comando de Carlo Ancelotti, permaneceu em Santa Cruz de la Sierra para treinar ao nível do mar e minimizar os efeitos da altitude, planejando chegar a El Alto apenas para o jogo.
A Bolívia vê na altitude um trunfo para tentar vencer o Brasil e manter as chances de classificação para o Mundial, dependendo também de um tropeço da Venezuela contra a Colômbia.
A Seleção Brasileira encara a Bolívia nesta terça-feira (9), às 20h30 (de Brasília), em condições extremas. O palco será o Estádio de El Alto, a 4.100 metros de altitude, onde o frio, o ar rarefeito e a dificuldade até para respirar prometem ser adversários tão complicados quanto os próprios bolivianos.
Pela primeira vez nesse estádio, o Brasil chega já classificado, mas com a missão de defender a invencibilidade sob o comando de Carlo Ancelotti. Do outro lado, a Bolívia aposta na altitude como arma decisiva para seguir viva nas Eliminatórias.
A arma boliviana: altitude e retrospecto recente
O estádio, situado no município de El Alto, região metropolitana de La Paz, é reconhecido pela FIFA e pela Conmebol. Desde novembro de 2023, a Bolívia adotou o local como casa nas Eliminatórias e ainda não perdeu partidas por lá. Antes, jogava em La Paz, a 3.650 metros, onde seleções como Argentina e Uruguai já haviam conseguido vitórias. A mudança para um ponto ainda mais elevado é vista como trunfo da equipe boliviana, que precisa vencer o Brasil e torcer por tropeço da Venezuela contra a Colômbia para seguir sonhando com vaga.
Preparação do Brasil em Santa Cruz
Ciente das dificuldades, a comissão técnica optou por manter a Seleção em Santa Cruz de la Sierra, cidade a apenas 400 metros de altitude, para treinar em condições mais próximas ao nível do mar. A estratégia é chegar a El Alto apenas para a partida, tentando minimizar os efeitos do ar rarefeito. “Quando você está a 3.650 e sobe mais 400, a coisa fica ainda mais difícil”, destacou Nivaldo De Cillo, repórter da Band.
Jogo cadenciado e clima adverso
Ancelotti deve adotar um estilo de jogo mais cadenciado, reduzindo a intensidade na marcação. Além da altitude, o clima é outro obstáculo: durante a tarde, a sensação térmica gira em torno de 9 graus, com vento e sol forte. “No frio fica ainda mais difícil respirar e a boca vai secando”, relatou Nivaldo, descrevendo as dificuldades do ambiente boliviano.
O que está em jogo
Já classificado, o Brasil defende a invencibilidade sob o comando de Carlo Ancelotti. Para os bolivianos, a partida vale a sobrevivência na disputa por vaga no Mundial. “Vale a tradição da Seleção Brasileira e a Bolívia precisa do resultado”, completou o repórter, direto de El Alto.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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