
Ronaldo Giovaneli no "Jogo Aberto"
Reprodução / Band
Resumo
Confronto Bolívia x Brasil foi discutido por Ronaldo Giovaneli no programa Jogo Aberto, apontando a partida como crucial para os bolivianos, que veem como última chance de permanência nas Eliminatórias. O comentarista destacou a escolha estratégica da altitude de 4.100 metros em El Alto como um trunfo para a Bolívia.
Importância do jogo foi ressaltada por Ronaldo, que o considera "a última cartada do ano" para a Bolívia, necessitando uma vitória contra o Brasil e um tropeço da Venezuela para alcançar a repescagem. Mudanças na escalação brasileira por Carlo Ancelotti podem favorecer os bolivianos.
Personagens decisivos no jogo incluem Lucas Paquetá, essencial no meio-campo brasileiro contra os efeitos da altitude, e Miguelito, destacado pela habilidade de chutar de longa distância, sendo uma ameaça potencial para o Brasil.
Ronaldo Giovaneli avaliou no Jogo Aberto o confronto entre Bolívia e Brasil, marcado para esta terça-feira (9), às 20h30 (de Brasília), no estádio de El Alto, pela última rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo. Para ele, o jogo terá peso máximo para os bolivianos, que enxergam a partida como última chance de seguir vivos na competição.
“Para a Bolívia é valendo repescagem, para o Brasil é mais um teste. Por isso que eles jogaram esse confronto lá para cima”, disse Ronaldo, lembrando que a altitude de 4.100 metros foi escolhida como trunfo. O comentarista destacou ainda que a seleção boliviana já foi derrotada pela Argentina em La Paz e aposta agora em El Alto para tentar surpreender.
A última cartada da Bolívia
Na análise de Ronaldo, o confronto representa “a última cartada do ano” para os bolivianos, que precisam vencer o Brasil e torcer por tropeço da Venezuela diante da Colômbia para alcançar a repescagem. O ex-goleiro acredita que as mudanças previstas por Carlo Ancelotti na escalação da Seleção podem abrir espaços para o rival.
“Com o time muito mexido, pode chamar esse time para cima e complicar um pouco, sim. É um jogo em que a bola não tem pulmão, deixa ela correr, posiciona, quietinho ali, pode dar uma espetada”, afirmou.
Nomes que podem decidir
Ronaldo apontou Lucas Paquetá como peça-chave no Brasil para sustentar o meio-campo em meio ao desgaste da altitude. Do lado da Bolívia, destacou Miguelito, jovem citado também por Edu Dracena no debate, conhecido pelo chute de longa distância. “Esse menino gosta de chutar, é o chuta-chuta da Bolívia”, comentou.
Texto gerado artificialmente e revisado por Band.com.br.
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