
Infantino, presidente da FIFA
REUTERS/Jennifer Gauthier
Vivendo sob forte pressão e crise, Gianni Infantino não terá o apoio da federação Neozelandesa de Futebol para sua reeleição ao cargo de presidente da Fifa. No entanto, a decisão da Nova Zelândia vai contra o posicionamento da Confederação de Futebol da Oceania.
Enquanto a confederação está ao lado do mandatário, a Nova Zelândia pediu, inclusive, uma auditoria sobre a Fifa Forward Enterprise, empresa que venderia cotas de direitos da Copa do Mundo para investidores privados.
"Além disso, a NZF também está buscando uma revisão independente das medidas tomadas para desenvolver o programa FIFA Forward Enterprise", diz um trecho da nota.
De acordo com o comunicado, a federação afirmou ter feito uma cuidadosa análise a respeito do caso antes de tomar qualquer decisão. A Nova Zelândia entende que uma revisão independente é necessária para restaurar a confiança e a credibilidade.
A confederação realizou uma reunião na terça-feira, dia 11, sobre os desdobramentos relativos ao projeto de Infantino.
"O Comitê Executivo saúda a decisão da FIFA de retirar a proposta da FFE e seu compromisso de analisar as questões que envolvem o projeto", diz um trecho da nota.
A OFC se junta à Conmebol e à CAF no apoio público a Infantino. A AFC, institucionalmente, faz oposição ao presidente, mas vê divergência entre seus membros.
*Com informações da Agência Estado
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