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Bombeiros concluem combate ao incêndio em prédios de Hong Kong; 128 morreram

A causa do incêndio está sendo investigada, mas as autoridades acreditam que o fogo se espalhou rapidamente por telas de construção verdes e andaimes de bambu

Da redação
DA REDAÇÃO

28/11/2025 • 08:42 • Atualizado em 28/11/2025 • 08:42

Bombeiros concluem trabalhos em prédio em Hong Kong

Bombeiros concluem trabalhos em prédio em Hong Kong

REUTERS/Tyrone Siu

Resumo

Incêndio em complexo residencial de Hong Kong deixou pelo menos 128 mortos, 79 feridos e 200 desaparecidos, tornando-se o mais mortal na cidade em três décadas.

Autoridades investigam a causa do incêndio, que se espalhou rapidamente por telas de construção verdes e andaimes de bambu usados na reforma, considerados fora dos padrões de segurança contra incêndio.

Construtora responsável pela obra teve três funcionários presos, suspeitos de envolvimento e serão processados por homicídio culposo.

Os bombeiros de Hong Kong concluíram nesta sexta (28) o combate ao incêndio no complexo residencial devastado por um incêndio que deixou pelo menos 128 mortos. Além dos mortos, 79 pessoas ficaram feridas e 200 ainda estavam desaparecidas.

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A causa do incêndio está sendo investigada, mas as autoridades acreditam que o fogo se espalhou rapidamente por telas de construção verdes e andaimes de bambu que estavam sendo usados em obras de reforma.

O fogo teve início na quarta-feira (26) e foi combatido por dois dias. Por conta das proporções que tomou, engolindo sete torres de 31 andares do condomínio de prédios, o incêndio se tornou o mais mortal em Hong Kong em três décadas.

Até o momento, três pessoas da construtora responsável pela obra foram presas, suspeitas de envolvimento no incêndio e serão processadas por homicídio culposo — quando não há a intenção de matar.

A causa do incêndio está sendo investigada, mas as autoridades acreditam que o fogo se espalhou rapidamente por telas de construção verdes e andaimes de bambu que estavam sendo usados em obras de reforma.

A polícia informou que as telas não atendiam aos padrões de segurança contra incêndio.

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