
Bombeiros concluem trabalhos em prédio em Hong Kong
REUTERS/Tyrone Siu
Resumo
Incêndio em complexo residencial de Hong Kong deixou pelo menos 128 mortos, 79 feridos e 200 desaparecidos, tornando-se o mais mortal na cidade em três décadas.
Autoridades investigam a causa do incêndio, que se espalhou rapidamente por telas de construção verdes e andaimes de bambu usados na reforma, considerados fora dos padrões de segurança contra incêndio.
Construtora responsável pela obra teve três funcionários presos, suspeitos de envolvimento e serão processados por homicídio culposo.
Os bombeiros de Hong Kong concluíram nesta sexta (28) o combate ao incêndio no complexo residencial devastado por um incêndio que deixou pelo menos 128 mortos. Além dos mortos, 79 pessoas ficaram feridas e 200 ainda estavam desaparecidas.
A causa do incêndio está sendo investigada, mas as autoridades acreditam que o fogo se espalhou rapidamente por telas de construção verdes e andaimes de bambu que estavam sendo usados em obras de reforma.
O fogo teve início na quarta-feira (26) e foi combatido por dois dias. Por conta das proporções que tomou, engolindo sete torres de 31 andares do condomínio de prédios, o incêndio se tornou o mais mortal em Hong Kong em três décadas.
Até o momento, três pessoas da construtora responsável pela obra foram presas, suspeitas de envolvimento no incêndio e serão processadas por homicídio culposo — quando não há a intenção de matar.
A causa do incêndio está sendo investigada, mas as autoridades acreditam que o fogo se espalhou rapidamente por telas de construção verdes e andaimes de bambu que estavam sendo usados em obras de reforma.
A polícia informou que as telas não atendiam aos padrões de segurança contra incêndio.
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