A morte da brasileira Juliana Marins pode ter ocorrido no dia em que ela teria sido salva devido ao estado de decomposição do corpo. A informação foi obtida com exclusividade pela reportagem da Band com uma fonte ligada à Polícia Civil do Rio de Janeiro.
Segundo a explicação da fonte, se a morte tivesse acontecido no primeiro dia ou como teria sido divulgado inicialmente, o estado de decomposição do corpo estaria mais avançado.
A família de Juliana Marins deve divulgar novas informações sobre o novo resultado da autópsia nesta sexta-feira (11). O laudo foi acompanhado por representantes da família, peritos da Polícia Civil do Rio de Janeiro e da Polícia Federal.
O laudo apontou que a causa da morte de Juliana Marins foi hemorragia interna, causada por lesão multivisceral e politraumatismo devido a um impacto de alta energia cinética. Além disso, não foi possível determinar o horário exato da morte por conta do estado em que o corpo chegou ao Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro.
Relembre o caso
Juliana Marins caiu na cratera do Rinjani, na Indonésia, na manhã de 21 de junho. Na segunda-feira (23), a brasileira foi localizada por meio de um drone térmico, mostrando que ela ainda estava viva naquele momento ou pelo menos algumas horas antes.
As equipes de resgate só conseguiram chegar até a jovem na terça-feira (24), mas ela já havia morrido. O resgate do corpo ocorreu na quarta-feira (25).
O corpo da publicitária desembarcou no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, na terça-feira (1º), em um voo comercial. De lá, foi transportado para a Base Aérea do Rio de Janeiro em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).
O translado de Bali, na Indonésia, até o Brasil foi custeado pela prefeitura de Niterói. Em forma de homenagem, a prefeitura rebatizou de Juliana Marins uma trilha e um mirante da cidade.
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