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Justiça Militar diz ser incompetente para julgar PMs envolvidos na morte de Gritzbach

Justiça Militar pede que os três policiais militares envolvidos no assassinato de Gritzbach sejam julgados pela Justiça comum

Larissa Alves
LARISSA ALVES

12/08/2025 • 11:43 • Atualizado em 12/08/2025 • 11:43

A Justiça Militar de São Paulo solicitou que três policiais militares envolvidos diretamente no assassinato do delator do PCC, Vinicius Gritzbach, no Aeroporto de Guarulhos, sejam julgados pela Justiça comum.

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A decisão, baseada em um artigo da Constituição Federal, alega que a Justiça Militar não possui competência para julgar crimes dolosos contra a vida, mesmo quando praticados por PMs.

Os policiais citados são o primeiro tenente Fernando Genauro da Silva, o soldado Ruan Silva Rodrigues e o cabo Denis Antônio Martins. Segundo a decisão do juiz, os três já foram denunciados na Vara do Júri de Guarulhos pela tentativa de homicídio de outras quatro pessoas que ficaram feridas durante a execução de Gritzbach.

A determinação final sobre o julgamento dos PMs caberá ao Ministério Público, que avaliará se eles serão julgados na Justiça Comum ou se o caso permanecerá na esfera militar.

O texto acima usou Inteligência Artificial para transcrição, mas foi editado por um(a) jornalista