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Médico preso por morte de jovem em cirurgia estética teria mentido no atestado de óbito

José Emílio alega que jovem morreu por broncoaspiração e parada cardiorrespiratória, mas necropsia constatou que morte foi em decorrência de perfurações no procedimento

ÁDISON RAMOS

16/09/2025 • 09:31 • Atualizado em 16/09/2025 • 09:31

Médico José Emílio de Brito e jovem Marilha Menezes Antunes

Médico José Emílio de Brito e jovem Marilha Menezes Antunes

Reprodução/Band

O médico José Emílio de Brito, responsável pela cirurgia estética de Marilha Menezes Antunes, de 28 anos, teria mentido no atestado de óbito da jovem para esconder a verdadeira causa da morte ocorrida em decorrência da intervenção médica.

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No laudo, José Emílio colocou que a jovem morreu por broncoaspiração e parada cardiorrespiratória, mas no exame de necropsia do Instituto Médico Legal foi constatado que a morte foi decorrente de perfurações internas na parte abdominal, que provocaram hemorragias e terminaram com a morte de Marilha. As perfurações teriam sido feitas por uma cânula usada pelo médico no procedimento.

José Emílio foi preso, nesta segunda-feira (15), na Tijuca, zona norte do Rio, após a Justiça ter aceito um pedido de prisão temporária por 30 dias do profissional, feito pela Polícia Civil, que teve aprovação do Ministério Público. A delegacia responsável pelo caso afirma que a prisão é necessária para dar continuidade às investigações.

Relembre o caso

Marília deu entrada na clínica Amacor, em Campo Grande, na zona oeste do Rio, na última terça-feira (9) para realizar o procedimento chamado hidrolipoaspiração. Ela juntou o dinheiro das férias e pagou R$ 5 mil pela cirurgia, que era o sonho da vida dela.

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